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2013/09/20

Santo André Expansão Evangelizadora do Lar




Capítulo 9 –Bem –Aventurados OS MANSOS E PACÍFICOS

AFABILIDADE E A DOÇURA

Evangelho no Lar para 23/09/ 2013 com início às 21 horas
Estimadas irmãs e irmãos em Cristo.
Diariamente temos novos elementos em nosso grupo, por isso, esclarecemos que se você não desejar receber mais nossas mensagens, pedimos o favor de nos informar através do @ que a recebeu, respeitaremos a manifestação de vossos sentimentos e os respeitaremos promovendo a exclusão se seu e-mail de nossa lista.
Nota ; Amigos visto estar a substituir nosso Irmão Ananias, tomarei caminho de Evangelho por outro angulo e depois ele retornará a dar sequência a seu trabalho.

Prece Inicial

Iluminação
Senhor se no mundo que me cerca eu não puder enxugar uma lágrima
Não conseguir dizer uma palavra de conforto
Fazer alguém sorrir de verdade
O Deus se eu não souber ser justo humilde atencioso e promotor da esperança na terra
Se não puder lutar contra as injustiças
Agir com dignidade
Deixar de me irritar com as pequenas coisas
Compreender que os outros também têm suas limitações
Senhor se eu não souber aceitar a tua vontade acima da minha própria vontade
Então, não permita que eu condene as guerras e ore pela paz
Não aceita a oferta que eu te oferecer. Nem escute os meus constantes pedidos de socorro. Mas quando vier te pedir perdão.
Oh Deus, perdoa-me por inteiro e lava meu coração no sangue da nova e eterna aliança contigo por meio de Jesus teu filho amado. Ilumina a minha inteligência e a minha vontade, para que eu possa viver na tua
presença todas as horas do dia e todos os dias da vida.
Amem em Jesus
3. Leitura do Evangelho
A Afabilidade e a Doçura
LÁZARO
Paris, 1861
            6 – A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação. Entretanto, nem sempre se deve fiar nas aparências, pois a educação e o traquejo do mundo podem dar o verniz dessas qualidades. Quantos há, cuja fingida bonomia é apenas uma máscara para uso externo, uma roupagem cujo corte bem calculado disfarça as deformidades ocultas! O mundo está cheio de pessoas que trazem o sorriso nos lábios e o veneno no coração; que são doces, contanto que ninguém as moleste, mas que mordem à menor contrariedade; cuja língua, doirada quando falam face a face, se transforma em dardo venenoso, quando falam por trás.
            A essa classe pertencem ainda esses homens que são benignos fora de casa, mas tiranos domésticos, que fazem a família e os subordinados suportarem o peso do seu orgulho e do seu despotismo, como para compensar o constrangimento a que se submetem lá fora. Não ousando impor sua autoridade aos estranhos, que os colocariam no seu lugar, querem pelo menos ser temidos pelos que não podem resistir-lhes. Sua vaidade se satisfaz com o poderem dizer: “Aqui eu mando e sou obedecido”, sem pensar que poderiam acrescentar, com mais razão: “E sou detestado”.
            Não basta que os lábios destilem leite e mel, pois se o coração nada tem com isso, trata-se de hipocrisia. Aquele cuja afabilidade e doçura não são fingidas, jamais se desmente. É o mesmo para o mundo ou na intimidade, e sabe que se podem enganar os homens pelas aparências, não podem enganar a Deus.         

Entendimento do Tema

AFABILIDADE E DOÇURA

No Sermão do Monte, Jesus disse: 

Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a Terra. 

Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus.

O tema A afabilidade e a doçura faz parte do capítulo IX, item 6, do Evangelho Segundo o Espiritismo.

Quando Jesus disse bem-aventurados os mansos, Ele estabeleceu como lei a afabilidade, a doçura, a moderação, a brandura e a paciência; todas são qualidades daqueles que praticam o bem e obedecem as leis de Amor e Caridade. 

Jesus nos prometeu que a Justiça será feita assim na Terra como no Céu; nela não haverá mais lugar para o egoísmo, para o uso da força e da violência; o fraco e o pacífico não serão mais explorados pelos fortes e violentos; estes serão afastados de nosso convívio e perderão o direito de viver na Terra, transformada em um mundo novo, regenerado. Os brandos herdarão a Terra porque cultivaram os valores do Espírito, enquanto os violentos deverão renascer em planetas menos evoluídos e ali recomeçar a luta em condições iguais às atuais. 

Quando Jesus traça como regra de vida a afabilidade e a doçura, estas duas qualidades abrangem outras, como a paciência, a tolerância, a obediência e a resignação. Essas são as qualidades das almas nobres, dos homens bons. 
Todas as pessoas afáveis e doces são gentis. 

E a gentileza se exercita através de pequenos gestos; um simples bom dia; um sorriso; um agradecimento; dar passagem a quem está com pressa. Pode não parecer, mas esses pequenos gestos fazem muita diferença. 

É através de pequenos gestos que começamos a mudar o Mundo. 

A gentileza traz a paz, a tolerância, a paciência, a capacidade de perdoar. 

Não podemos pensar que a educação torna uma pessoa gentil. 

Gentileza é uma maneira de pensar, de enxergar as pessoas; é tratar o outro como gostaríamos de ser tratados; é muito mais do que um código de boa conduta ou de etiqueta. 

A pessoa verdadeiramente gentil não espera nada em troca; ela é verdadeira, honesta; não bajula ninguém apenas para ser gentil; ao contrário, diz “não” da mesma maneira que diz “sim”, quando necessário. 

Ser gentil não é sinal de fraqueza. 

Não revidar uma agressão também não é sinal de fraqueza. 

Ao contrário, fraco é o agressor, que não consegue resolver as coisas de forma pacífica. 

A pessoa gentil é flexível, espera o momento certo para agir, trata o próximo com afeto e carinho, sinônimos da afabilidade e da doçura. 

A pessoa gentil é forte, sabe defender seus pontos de vista com brandura, mas com firmeza. 

A gentileza é exercitada pelas pessoas com capacidade de perdoar. 

Já foi dito que “o fraco jamais perdoa, pois o perdão é característica do forte”. 

Dissemos que a afabilidade e a doçura abrangem a paciência e a tolerância. 

Nossos filhos nos ensinam a cultivar a paciência, mas são nossos inimigos que nos ensinam a praticar a tolerância. 

A pessoa gentil é tolerante e pensa duas vezes antes de responder a uma agressão gratuita. Ela sabe que, muitas vezes, o silêncio é a melhor resposta. 

Quando você está sendo agredido, o agressor não quer ouvir o que você tem a dizer; e nessa hora, já foi dito por um sábio que o silêncio é uma prece. 

Responda ao agressor com o seu silêncio e veja o que acontece. 

Dissemos que nossos filhos nos ensinam a cultivar a paciência; mas esta pode ser exercitada em todos os lugares: no trânsito, na fila do banco, do supermercado. Há várias situações em que somos chamados a exercitar a paciência, e precisamos dela para obter autocontrole, para analisar os problemas com serenidade e, por fim, para termos paz de espírito. 

A paciência nos ajuda a aceitar as dificuldades e os obstáculos da vida e a superá-los com coragem. Isso também se chama resignação e obediência à vontade de Deus. 

A obediência e a resignação são duas virtudes companheiras da doçura e da afabilidade. 

Lendo o Evangelho, aprendemos que a obediência é o consentimento da razão e a resignação é o consentimento do coração 

Ambas são forças ativas, porque nos ajudam a carregar o fardo das provações; e é dessa forma que adquirimos a paz interior que almejamos. 

Disse o Divino Mestre: “Bem-aventurados os pacificadores...” 

Usemos para com os outros o alimento da paz, porque, estendendo paz aos outros, asseguramos a paz a nós mesmos.

Anne Marie Lanatois

Bibliografia consultada para redigir o texto acima:

Livro da Esperança, Emmanuel, Francisco Cândido Xavier, FEB - Amenidade e Nos domínios da paciência

O Espírito da Verdade, Vários Espíritos, Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, FEB – Texto 15: Colher e garganta e texto 73: Se você pensar


Vibrações

Senhor ilumina todos os lares, hospitais, Hospícios, cadeias e todo Universo de
necessitados.
Pai celestial, que habitais o meu interior, impregna com a Tua Luz vital cada célula de meu corpo, expulsando todos os males, pois estes não fazem parte de meu ser. Na minha verdadeira realidade, como filho de Deus perfeito que sou, não existe doença; por isso que se afaste de mim todo o mal, todos os bacilos, micróbios, vírus, bactérias e vermes nocivos, para que a perfeição se expresse no meu corpo, que é templo de Divindade.
Pai teu Divino filho Jesus disse: pedi e recebereis, porque todo aquele que pede recebe, portanto, tenho absoluta certeza de que a minha oração da cura já é a própria cura. Para mim agora, só existe esta verdade: a cura total. Mesmo que a imagem do mal permaneça por algum tempo no meu corpo, só existe em mim agora a imagem mental da cura e a verdade da minha saúde perfeita.
Todas as energias curadoras existentes em mim estão atuando intensamente, como um exército poderoso e irresistível, visando os inimigos, fortalecendo as posições enfraquecidas, reconstruindo as partes demolidas, regenerando todo o meu corpo.
Sei que é o poder de Deus agindo em mim e realizando o milagre maravilhoso da cura perfeita.
Esta é a minha verdade mental. Esta portanto é a verdade do meu corpo.
Agradeço-te, oh! pai, porque Tu ouvistes a minha oração.
Dou-te graças, com toda alegria e com todas as forças interiores porque tua vontade de perfeição e saúde aconteceram em mim, em resposta ao meu pedido.
Assim é e assim será.
Um fraternal abraço, e a nossa vibração com a certeza de que a Paz se fará em seu mundo íntimo.
Prece de Encerramento
Mestre Sublime Jesus
Fazei com que entendamos a vossa vontade e nunca a nossa, entregando-nos às vossas mãos fortes para conduzir-nos;
Permite que possamos desincumbir-nos dos deveres que nos cabem, mas, não
conforme os nossos desejos;
Lançai Vosso olhar sobre nós, a fim de que tenhamos a claridade da Vossa ternura, e não as sombras da nossa ignorância;
Abençoai os nossos propósitos de servir-Vos, quando somente nos temos preocupado em utilizar de Vosso santo nome para servir-nos;
Envolvei-nos na santificação dos Vossos projetos, de forma que sejamos Vós em nós, porquanto ainda não temos condição de estar em Vós;
Dominai os nossos anseios de poder e de prazer, auxiliando-nos na conquista real da renúncia e da abnegação;
Ajudai-nos na compreensão de vossos labores, amparando-nos em nossas
dificuldades e socorrendo-nos quando mergulhados na argamassa celular;
Facultai-nos a dádiva de Vossa paz, de modo que a distribuamos por onde quer que nos encontremos e todos a identifiquem, compreendendo que somos Vossos servidores dedicados......e porque a morte restituiu-nos a vida gloriosa para continuarmos a trajetória de iluminação, favorecei-nos com a sabedoria para o êxito da viagem de ascensão, mesmo que tenhamos que mergulhar muitas vezes nas sombras da matéria, conduzindo porém, a bússola do Vosso afável coração apontando-nos o rumo.
Senhor!
Intercedei, junto ao Pai Todo Amor, por Vossos irmãos da retaguarda, que somos quase todos nós, os trânsfugas do dever.
Oração do Santo de Assis trazida no livro
Divaldo Pereira Franco pelo Espírito de Manoel Philomeno de Miranda.
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Brasil e Portugal, para: A Europa e o Mundo.
Por uma Humanidade mais Cristã!
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2013/08/13

Verdadeira Pureza e Mãos não Lavadas





Santo André Expansão Evangelizadora do Lar


Capítulo 8 – BEM-AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO


Verdadeira Pureza e Mãos não Lavadas



Evangelho no Lar para 19/08/ 2013 com início às 21 horas


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trabalho.


Prece Inicial


Iluminação


Senhor se no mundo que me cerca eu não puder enxugar uma lágrima
Não conseguir dizer uma palavra de conforto fazer alguém sorrir de verdade
O Deus se eu não souber ser justo humilde atencioso e promotor da esperança na
terra
Se não puder lutar contra as injustiças,agir com dignidade
Deixar de me irritar com as pequenas coisas
Compreender que os outros também têm suas limitações
Senhor se eu não souber aceitar a tua vontade acima da minha própria vontade
Então, não permita que eu condene as guerras e ore pela paz
Não aceita a oferta que eu te oferecer. Nem escute os meus constantes pedidos de
socorro. Mas quando vier te pedir perdão.
Oh Deus, perdoa-me por inteiro e lava meu coração no sangue da nova e eterna
aliança contigo por meio de Jesus teu filho amado. Ilumina a minha inteligência
e a minha vontade, para que eu possa viver na tua presença todas as horas do dia e todos os dias da vida.
Amem em Jesus


3. Leitura do Evangelho


Verdadeira Pureza e Mãos não Lavadas


8. Então chegaram a ele uns escribas e fariseus de Jerusalém, dizendo: Por que violam os teus discípulos a tradição dos antigos? Pois não lavam as mãos quando comem o pão. E ele, respondendo, lhes disse: E vós também, por que transgredis o mandamento de Deus, pela vossa tradição? Porque Deus disse: Honra a teu pai e a tua mãe, e o que amaldiçoar a seu pai ou a sua mãe, morra de morte. Vós outros, porém, dizeis: Qualquer que disser a seu pai ou a sua mãe: Toda a oferta que faço a Deus te aproveitará a ti, está cumprindo a lei. Pois é certo que o tal não honrará a seu pai ou a sua mãe. Assim é que vós tendes feito vão o mandamento de Deus, pela vossa tradição. Hipócritas, bem profetizou de vós outros Isaías, quando diz: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão, pois, me honram, ensinando doutrinas e mandamentos que vêm dos homens. E chamando a si as turbas, lhes disse: Ouvi e entendei. Não é o que entra pela boca o que faz imundo o homem, mas o que sai da boca, isso é o que faz imundo o homem. Então, chegando-se a ele os discípulos, lhe disseram: Sabes que os fariseus, depois que ouviram o que disseste, ficaram escandalizados? Mas ele, respondendo, lhes disse: Toda a planta que meu Pai não plantou será arrancada pela raiz. Deixai-os; cegos são, e condutores de cegos. E se um cego guia a outro cego, ambos vêm a cair no barranco. E respondendo Pedro, lhe disse: Explica-nos essa parábola. E respondeu Jesus: Também vós outros estais ainda sem inteligência? Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce ao ventre, e se lança depois num lugar escuso? Mas as coisas que saem da boca vêm do coração, e estas são as que fazem o homem imundo; porque do coração é que saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as fornicações, os furtos, os falsos testemunhos, as blasfêmias. Estas coisas são as que fazem imundo o homem. O comer, porém, com as mãos por lavar, isso não faz imundo o homem. (Mateus, XV: 1-20).
9. E quando Jesus estava falando, pediu-lhe um fariseu que fosse jantar com ele, e havendo entrado, sentou-se à mesa. E o fariseu começou a discorrer lá consigo mesmo sobre o motivo porque não se tinha lavado antes de comer. E o Senhor lhe disse: Agora vós outros, os fariseus, limpais o que está por fora do copo e do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e de maldade. Néscios, quem fez tudo o que está de fora não fez também o que está de dentro? (Lucas, XI: 37-40).
10. Os Judeus haviam negligenciado os verdadeiros mandamentos de Deus, apegando-se à prática de regras estabelecidas pelos homens, e das quais os rígidos observadores faziam casos de consciência. O fundo, muito simples, acabara por desaparecer sob a complicação da forma. Como era mais fácil observar a prática dos atos exteriores, do que reformar-se moralmente, de lavar as mãos do que limpar o coração, os homens se iludiam a si mesmos, acreditando-se quites com a justiça de Deus, porque se habituavam a essas práticas e continuavam como eram, sem se modificarem, pois lhes ensinavam que Deus não exigia nada mais. Eis porque o profeta dizia: "É em vão que esse povo me honra com os lábios, ensinando máximas e mandamentos dos homens".
Assim também aconteceu com a doutrina moral do Cristo, que acabou por ser deixada em segundo plano, o que faz que muitos cristãos, à semelhança dos antigos judeus, creiam que a sua salvação está mais assegurada pelas práticas exteriores do que pelas da moral. É a esses acréscimos que os homens fizeram à lei de Deus, que Jesus se refere, quando diz: "Toda a planta que meu Pai não plantou, será arrancada pela raiz".
A finalidade da religião é conduzir o homem a Deus. Mas o homem não chega a Deus enquanto não se fizer perfeito. Toda religião, portanto, que não melhorar o homem, não atinge a sua finalidade. Aquela em que ele pensa poder apoiar-se para fazer o mal, é falsa ou foi falseada no seu início. Esse é o resultado a que chegam todas aquelas em que a forma supera o fundo. A crença na eficácia dos símbolos exteriores é nula, quando não impede os assassínios, os adultérios, as espoliações, as calúnias, e a prática do mal ao próximo, seja qual for. Ela faz supersticiosos, hipócritas e fanáticos, mas não faz homens de bem.
Não é suficiente ter as aparências da pureza, é necessário antes de tudo ter a pureza de coração.



Comentário
Jesus estava falando, pediu-lhe um fariseu que fosse jantar com ele, e havendo entrado, sentou-se à mesa. E o fariseu começou a discorrer lá consigo mesmo o motivo por que não se tinha lavado antes de comer. E o Senhor lhe disse: Agora, vós outros, os fariseus, limpais o que está por fora do copo e do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e de maldade. Néscio, quem fez tudo o que está fora, não fez também o que está dentro?” (Lucas, XI: 37-40).
Quem eram os escribas e os fariseus? Os primeiros eram assim chamados por terem o cargo de escrever a lei e explicá-la. Já no tempo de Jesus essa designação referia-se, especialmente, aos doutores da lei, que ensinavam a lei de Moisés e a interpretavam para o povo. Jesus os citou junto com os fariseus, porque eles partilhavam dos seus princípios e tinham aversão aos inovadores.
Fariseus, adeptos da seita judia, fundada por Hilel, nos anos de 180 a 200 antes de Cristo, doutor judeu nascido na Babilônia. Foram perseguidos, recuperaram o poder, conservando-o até a queda de Jerusalém, pelos romanos, no ano 70 após Cristo, quando a seita desapareceu, com a dispersão dos judeus.
Aceitavam que a fé só era dada pelas escrituras, acreditavam na Providência divina, na imortalidade da alma, na eternidade das penas, na ressurreição dos mortos. Eram rigorosos nas práticas exteriores do culto e das cerimônias, inimigos das inovações, afetavam grande severidade de princípios, mas tinham costumes dissolutos às escondidas; exerciam grande influência sobre o povo, pelo rigor na observação das práticas exteriores. A religião, para eles era um meio de possuir o poder.
Nos Evangelhos, vemos dois fariseus que se sensibilizaram com os novos ensinos: Nicodemos e Gamaliel que defenderam os apóstolos que haviam sido presos, os quais foram libertados (Atos, 5:33 e seguintes). De Gamaliel, temos mais notícias no livro Paulo e Estevão, de Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier, tentando amenizar a severidade dos membros do Sinédrio no julgamento de Estevão, visitando a Casa do Caminho, declarando-se amigo de Simão Pedro, advogando a causa dos continuadores de Jesus nos capítulos VI, VII da primeira parte e declarando-se cristão para Saulo no capítulo II da Segunda parte.
Na citação de Jesus, em relação ao mandamento : “Honrai a teu pai e a tua mãe”, fazia parte da lei, o amparo material aos pais. Mas eles burlavam a lei, alegando que o dinheiro que davam ao Senhor, nos templos, já era o cumprimento da lei, uma vez que, então, o Senhor cuidaria deles. Jesus os desmascara com suas palavras(1).
As leis políticas, os usos e costumes do povo judeu eram frutos das interpretações da s leis de Moisés. Todavia, pela própria imperfeição do homem em seguir os dez mandamentos, esses foram sendo negligenciados, no decorrer do tempo, de forma que mais valorizadas eram as práticas exteriores dos mesmos, por serem mais visíveis, mais fáceis de serem percebidas e de serem cumpridas.


Assim, no exercício dos atos exteriores, julgavam estar cumprindo a s leis de Deus. Nisso , até hoje, não houve muita mudança, nos religiosos, de maneira geral.
Lavar as mãos antes das refeições era um preceito mais fácil de ser cumprido do que limpar o coração, escreve Kardec, esclarecendo porque Isaias dissera: “ Este povo me honra com os lábios, ensinando máximas e mandamentos dos homens.”
Por isso, hoje, quem pretende seguir os ensinos de Jesus, precisa estar, continuamente, estudando-os, trazendo-os, para os dias atuais, a fim de não se perder nos hábitos dos que buscam viver somente o presente, sem medir as conseqüências dos mesmos.
Com o espiritismo, os ensinos de Jesus tornaram-se muito mais claros, lógicos e racionais, possíveis de serem aplicados em nossos dias, se não na sua profundidade, mas, no propósito do esforço de sua vivência.
Basta esforço para tudo analisar, segundo a sobrevivência da alma, no seu processo evolutivo constante e determinado por Deus, na lei de causa e efeito, que devolve a cada um apenas o que cada um lhe dá, em sentimentos, em pensamentos e em ações.
Quando Jesus diz: “Toda a planta que meu Pai não plantou, será arrancada”, referia-se a todo uso, costume, hábito, lei, que não estiverem de acordo com a Sua lei: o Bem. Tudo que traz prejuízo a alguém, a si mesmo ou a outrem, que não beneficia, não foi criado por Deus, mas constitui-se em mandamentos dos homens imperfeitos, egoístas e orgulhosos, que se julgam poderosos, e desaparecerão da humanidade terrestre regenerada.
Vale o esforço de estudar os ensinos do Mestre à luz do espiritismo, porque quem o faz, constante e perseverantemente, no silêncio do seu interior, esforçando-se para vivenciá-los, no dia-a-dia, sente crescer o entusiasmo pela vida, porque se reconhece fazendo parte de uma humanidade que tem por destino ser perfeita e feliz.
“ A finalidade da religião é conduzir o homem a Deus. Mas o homem não chega a Deus, se não se fizer perfeito. Toda religião, portanto, que não melhora o homem não atinge a sua finalidade. Aquela em que ele pensa poder apoiar-se para fazer o mal, é falsa ou foi falseada no seu início. Esse é o resultado a que chegam todas aquelas em que a forma supera o fundo. A crença na eficácia dos símbolos exteriores é nula, quando não impede os assassinos, os adultérios, as espoliações, as calúnias, e a prática do mal ao próximo, sejam qual for. Ela faz supersticiosos, hipócritas e fanáticos, mas não faz homens de bem.
Não é suficiente ter as aparências da pureza; é necessário antes de tudo ter a pureza de coração!”



Vibrações


Senhor ilumina todos os lares, hospitais, Hospícios, cadeias e todo Universo de
necessitados
Pai celestial, que habitais o meu interior, impregna com a Tua Luz vital cada
célula de meu corpo, expulsando todos os males, pois estes não fazem parte de
meu ser. Na minha verdadeira realidade, como filho de Deus perfeito que sou, não
existe doença; por isso que se afaste de mim todo o mal, todos os bacilos,
micróbios, vírus, bactérias e vermes nocivos, para que a perfeição se expresse
no meu corpo, que é templo de Divindade.
Pai teu Divino filho Jesus disse: pedi e recebereis, porque todo aquele que pede
recebe, portanto, tenho absoluta certeza de que a minha oração da cura já é a
própria cura. Para mim agora, só existe esta verdade: a cura total. Mesmo que a
imagem do mal permaneça por algum tempo no meu corpo, só existe em mim agora a
imagem mental da cura e a verdade da minha saúde perfeita.
Todas as energias curadoras existentes em mim estão atuando intensamente, como
um exército poderoso e irresistível, visando os inimigos, fortalecendo as
posições enfraquecidas, reconstruindo as partes demolidas, regenerando todo o


meu corpo.
Sei que é o poder de Deus agindo em mim e realizando o milagre maravilhoso da
cura perfeita.
Esta é a minha verdade mental. Esta portanto é a verdade do meu corpo.
Agradeço-te, oh! pai, porque Tu ouvistes a minha oração.
Dou-te graças, com toda alegria e com todas as forças interiores porque tua
vontade de perfeição e saúde aconteceram em mim, em resposta ao meu pedido.Assim é e assim será.
Um fraternal abraço, e a nossa vibração com a certeza de que a Paz se fará em
seu mundo íntimo.


Prece de Encerramento

Deus eterna Bondade



"Deus de eterna bondade, em prece de louvor entrego-te minha alma,
sê bendito meu pai em todos os recursos, ferramentas, processos e medidas dos quais te utilizasses à fim de que eu perceba que tudo devo à ti.
Agradeço-te pois o tesouro da vida,
a presença do amor,
a constância do tempo,
o sustento da fé,
o calor da esperança que me acena o porvir,
o santo privilégio de servir,
o pensamento reto que me faz discernir o que é mau e o que é bem, na clara obrigação de nunca desprezar ou de ferir alguém ...
Agradeço-te ainda, a visão das estrelas à esmaltarem de glória o lar celeste,
as flores do caminho,
os braços que me amparam e os gestos de carinho dos corações queridos que me deste.
Por tudo te agradeço e QUANDO te aprouver despojar-me dos bens com que me exaltas ... ensina-me senhor à devolver tudo o que me emprestas-te ...
Mas por piedade ó pai , deixa-me em tudo por apoio e dever , a benção de ACEITAR e o dom de COMPREENDER. " -


Momento da Fluidificação das águas (bênçãos).


Santo André Expansão Evangelizadora do Lar
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Postado por SantoAndre Expansão às Segunda-feira, Agosto,05, 2013

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