2017/09/17

O EVANGELHO NO LAR PARA CRIANÇAS


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Evangelho no Lar para   18/09/ 2017 com início às 21 horas
  • O EVANGELHO NO LAR PARA CRIANÇAS
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Prece Inicial

Iluminação

Senhor se no mundo que me cerca eu não puder enxugar uma lágrima
Não conseguir dizer uma palavra de conforto fazer alguém sorrir de verdade
O Deus se eu não souber ser justo humilde atencioso e promotor da esperança na
terra.
Se não puder lutar contra as injustiças,agir com dignidade
Deixar de me irritar com as pequenas coisas
Compreender que os outros também têm suas limitações
Senhor se eu não souber aceitar a tua vontade acima da minha própria vontade
Então, não permita que eu condene as guerras e ore pela paz
Não aceita a oferta que eu te oferecer. Nem escute os meus constantes pedidos de
socorro. Mas quando vier te pedir perdão.
Oh Deus, perdoa-me por inteiro e lava meu coração no sangue da nova e eterna
aliança contigo por meio de Jesus teu filho amado. Ilumina a minha inteligência
e a minha vontade, para que eu possa viver na tua presença todas as horas do dia e todos os dias da vida.
Amem em Jesus

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Leitura.

CAPÍTULO XVII

O EVANGELHO NO LAR PARA CRIANÇAS

1 - Importância

A finalidade do Evangelho no Lar, além da proteção e reforço que estudamos nos capítulos anteriores, é o aprendizado, norteando o comportamento de todos, principalmente das crianças, pois a fase infantil é o período mais importante para a assimilação dos ensinamentos.
O lar é a nossa primeira escola; nele influenciamos os outros e somos influenciados. É o lugar onde Espíritos, mergulhados no esquecimento temporário, vestindo a túnica carnal com as aparências da inocência e da candura, recebem dos pais o mapa de inclinação e conduta, o qual lhes vai dar a formação para uma nova existência.
É através da gloriosa lei da reencarnação, que recebemos, em nosso lar, os Espíritos bons e amigos, outras vezes os credores e rebeldes, porém todos chegam, pequeninos e frágeis, como uma argila maleável na ternura e graça de uma criança, facilitando, assim, a reconciliação. Precisam ser instruídos e edificados nas virtudes morais que os habilitem a cumprir fielmente as nobres finalidades da existência.
Daí, a importância do EVANGELHO NO LAR para as crianças, Espíritos afins, que nos vêm às mãos para que possamos encaminhá-las, modificando para melhor seus pendores negativos.
Assim sendo, os pais devem prestar muita atenção na tendências dos filhos e procurar combater, desde cedo, o orgulho, a vaidade, a mentira, a desonestidade, a cólera e todos os defeitos morais que vêm impedindo o crescimento deles no curso da vida eterna, fazendo com que em cada reencarnação reicindam nas mesmas faltas, perdendo tempo precioso de vida e oportunidades, que não podemos prever quando vão repetir-se.

2 - Deveres Sagrados

A responsabilidade dos pais, perante Deus, é bem grande, em virtude da grandiosidade da tarefa, pois requer espírito de tolerância, abnegação, sacrifício e renúncia no mais alto grau, coroada de muito amor, carinho e compreensão.
No "O Livro dos Espíritos", capítulo VI, questões 379 a 385 - DA INFÂNCIA - às perguntas feitas por Allan Kardec aos Espíritos, estes esclarecem o seguinte:
"379. O Espírito que anima o corpo de uma criança é tão desenvolvido quanto o de um adulto?
- Pode mesmo ser mais, se ele mais progrediu, são apenas os órgãos imperfeitos que o impedem de se manifestar. Age de acordo com o instrumento de que se serve.
380. Numa criança de tenra idade, o Espírito, fora do obstáculo que a imperfeição dos órgãos opõe à sua livre manifestação, pensa como uma criança ou como um adulto?
- Enquanto criança, é natural que os órgãos da inteligência, não estando desenvolvidos, não possam dar-lhe toda a intuição de um adulto: sua inteligência, com efeito, é bastante limitada, até que a idade lhe amadureça a razão. A fase de adaptação ao novo corpo não cessa subitamente, com o nascimento, mas se dissipa gradualmente, com o desenvolvimento dos órgãos.
Uma observação vem em apoio desta resposta: é que os sonhos de um a criança não têm o caráter dos sonhos de adulto; seu objeto é quase sempre pueril, o que é um indício da natureza das preocupações do Espírito nesta fase.
381. Com a morte da criança o Espírito retoma, imediatamente. o seu vigor primitivo?
- Assim deve ser, pois que está desembaraçado de seu envoltório carnal: entretanto, ele não retoma a sua lucidez primitiva, enquanto a separação não estiver completa, ou se enquanto não desaparecer toda a ligação entre o Espírito e o corpo.
382. O Espírito encarnado sofre, durante a infância, com o constrangimento que lhe impõe a imperfeição de seus órgãos?
- Não: esse estado é uma necessidade; é natural e corresponde aos desígnios da Providência. E' um tempo de repouso para o Espírito.
383. Qual é, para o Espírito, a utilidade de passar pelo estado de infância?
- Encarnando-se com o fim de se aperfeiçoar, o Espírito é mais acessível durante esse tempo, às impressões que recebe e que podem ajudar o seu adiantamento, para o qual devem contribuir os que estão encarregados da sua educação.
Os pais e os professores espíritas devem ponderar sobre este item e os que se lhe seguem. O Espiritismo vem abrir um novo capítulo da Psicologia infantil e da Pedagogia, mostrando a importância da educaçâo da criança nela apenas para esta vida, mas para a sua própria evolução espiritual.
384. Por que os primeiros gritos da criança são de choro?
- Para excitar o interesse da mãe e provocar os cuidados que lhe são necessários. Se ela não tivesse senão gritos de alegria, quando ainda não sabe falar, pouco se inquietariam com as suas necessidades.
385. Qual o motivo da mudança que se opera no seu caráter a uma certa idade, e particularmente ao sair da adolescência? É o Espírito que se modifica?
- É o Espírito que retoma a sua natureza e se mostra tal qual era.
Não conheceis o mistério que as crianças ocultam em sua inocência: não sabeis o que elas são, nem o que foram, nem o que serão: e, no entanto, as amais e acariciais como se fossem uma parte de vós mesmos, de tal maneira que o amor de uma mãe por seus filhos é reputado como o maior amor que um ser possa ter por outros seres. De onde vêm essa doce afeição, essa terna complacência que até mesmo os estranhos experimentam por uma criança? Vós sabeis? Não; e é isso que vou explicar."

3 - Inocência e Candura

"As crianças são os seres que Deus envia a novas existências, e para que não possam acusá-lo de demasiada severidade, dá-lhes todas as aparências de inocência. Mesmo numa criança de natureza má, suas faltas são cobertas pela não-consciência dos atos. Esta inocência não é uma superioridade real, em relação ao que eles eram antes: não, é apenas a imagem do que elas deveriam ser, e, não o são, é sobre elas somente que recai a culpa.
Mas não é somente por elas que Deus lhes dá esse aspecto, é também e, sobretudo, por seus pais, cujo amor é necessário a fragilidade infantil. E esse amor seria extraordinariamente enfraquecido pela presença de um caráter impertinente e acerbe, enquanto, supondo os filhos bons e ternos, dão-lhes toda a sua afeição e os envolvem nos mais delicados cuidados. Mas, quando as crianças não mais necessitam dessa proteção, dessa assistência, que lhes foi dispensada durante quinze a vinte anos, seu caráter real e individual reaparece em toda a sua nudez: permanecem boas se eram fundamentalmente boas, mas se irizam sempre de matizes que estavam ocultos na primeira infância.
Vedes que os caminhos de Deus são sempre os melhores, e que, quando se tem o coração puro,é fácil conceber a explicação a respeito.
Com efeito, ponderai que o Espírito da criança que nasce entre vós pode vir de um mundo em que tenha adquirido hábito inteiramente diferentes: como quereríeis que permanecesse no vosso meio esse novo ser, que traz paixões tão diversas das quais possuís, inclinações e gostos inteiramente opostos aos vossos; como quereríeis que se incorporasse no vosso ambiente, senão como Deus quis, ou seja, depois de haver passado pela preparação da infância. Nesta vêm confundir-se todos os pensamentos, todos os caracteres, todas as variedades de seres engendrados por essa multidão é mundos em que se desenvolvem as criaturas. E vós mesmos, se morrer, estareis numa espécie de infância, no meio de novos irmãos, e na vossa nova existência não-terrena ignorareis os hábitos, e costumes, as formas de relação desse mundo, novo para vós manejareis com dificuldade uma língua que não estais habituado a falar, língua mais vivaz do que é actualmente o vosso pensamento.
A infância tem ainda outra utilidade: os Espíritos não ingressam na vida corpórea senão para se aperfeiçoarem, para se melhorarem: a debilidade dos primeiros anos se torna flexíveis, acessíveis aos conselhos da experiência e daqueles que devem faze-los progredir.É então que se pode reformar o seu carácter e reprimir as suas más tendências. Esse é o dever que Deus confiou aos pais, missão sagrada, pela qual terão de responder. É assim que a infância não é somente útil, necessária, indispensável, mas ainda a consequência natural das Leis que Deus estabeleceu e que regem o Universo."
Pela explanação tão clara que Kardec nos traz, chegamos à conclusão de que o Evangelho é imprescindível na fase infantil, pois nos facilita infiltrar nos pequeninos a ideia de disciplina, fraternidade e amor, ferramentas poderosas que lhes servirão de base para qualquer empreendimento na vida.
Ao iniciarmos o Culto doméstico, se temos em nosso lar essas abençoadas dádivas do Senhor, comecemos, com bastante carinho, a integrá-las nas reuniões.
Passemos a observá-las, a fim de as manter com interesse pelo Evangelho, incentivando-as durante toda a semana, dizendo que, em dia e hora marcados, iremos fazer uma reunião em casa que será como uma festa de luzes, cheia de amor e compreensão, para recebermos a visita do céu em nosso lar.

4 - Despertar Deus nos Pequeninos

De início, notamos, muitas vezes, durante a reunião, que as crianças parecem adaptar-se ao Evangelho, mas, na realidade, se alheiam, passando a se sentirem sós, embora com nossa presença. Isso acontece porque os adultos costumam tomar a frente de tudo e querem impor o aprendizado a elas. Naturalmente que se desinteressarão, achando que é uma reunião normal só para gente grande que entende do assunto.
Assim sendo, é interessante alguém dedicar-se, exclusivamente, a elas, neste particular, cuja finalidade é Promissora para todos nós. Pode ser a própria mãe, ou avó, ou tia ou um familiar interessado na educação das crianças, que deve chegar ao nível de compreensão dos pequeninos, dando-lhes maior atenção, para que entendam o porquê do Culto Cristão no Lar, descobrindo como chegar aos seus coraçãozinhos, através de historinhas ou parábolas que aproveitem melhor, tornando o ensino eficiente. Com a participação activa, elas ficarão contentes e irão querer estar presentes em todas as reuniões, sentindo-se importantes nessa hora.
A criança só é pequena no corpo, pois o Espírito é eterno e, talvez, mais velho do que nós, mais experiente, e precisa ser treinado nas lições evangélicas, a fim de recordar os ensinos da vida, crescendo com a mente fertilizada para o Bem, compreendendo, desde cedo, a posição do homem na Terra. Devemos ensinar-lhe a buscar Deus, falar-lhe com simplicidade sobre Jesus, para que ela possa estar ligada a Ele em qualquer circunstância de sua vida. Ensinar-lhe a orar é indispensável, porque irá aprender a conversar com Jesus, e, especialmente, no Evangelho no Lar, saberá que Ele virá à nossa casa, mesmo que não O vemos: através de seus Mensageiros o Mestre estará entre nós, porque O convidamos.
Prestemos atenção, também, no seu dia-a-dia e verifiquemos seu comportamento diante dos coleguinhas, na escola, vizinhança e no lar, a fim de ensinarmos que o Evangelho deve se aplicado a todo momento.

5 - Participação da Criança no Evangelho

Sabemos que, antes dos sete anos, o Espírito ainda se encontra em adaptação para a nova existência, sem a integração perfeita entre ele e a matéria orgânica. Não havendo comando total da vontade, seus instintos encontram-se como que amodorrados e suas recordações do Plano Espiritual um tanto vivas, facilitando a renovação do carácter para estabelecer uma vida melhor e um futuro edificante.
Há pais que preferem deixar aos filhos a responsabilidade de escolherem sua religião. Perguntamos: Deixamos para ele, escolherem os alimentos, as vitaminas, médicos e escolas? Certamente que não. Dentro das possibilidades sempre nós é que escolhemos o melhor, isto em se tratando da parte material.
Assim como cuidamos, criteriosamente, do corpinho da criança, para uma vida salutar, é sensato e prudente oferecer-lhe, no dia-a-dia, oportunidades para os cuidados da alma em busca da conquista dos valores reais na formação de seu carácter.
O Evangelho no Lar para as crianças pode ser feito dentro do padrão normal, no tocante ao método, à disciplina, porém enriquecido com literaturas infantis, proporcionando-lhes campo de total liberdade para a conversação e perguntas.
As vibrações devem ser simples, adaptadas às necessidades de cada lar. É importante dividir as tarefas, desde o início até o final deixando para a criança oportunidade de fazer, pelo menos, um item do Roteiro.
Certamente haverá gloriosas surpresas: por serem as crianças puras, notamos sua preocupação com os adultos, em especial com os pais. Nosso apoio é primordial fazendo-as entender que, além de recebermos a visita de Jesus em nosso lar, através de seus Mensageiros, neste horário nobre, receberemos, também, o alimento, a vitamina, o remédio salutares para nossa alma, os quais nos vão fortificar e nos tornar felizes.
Isto feito, com carinho e perseverança, construirá a base sólida na qual assentará o futuro das crianças, que provavelmente irão enfrentar um mundo difícil e em fase de transição.
Alguns pais se queixam de que os filhos sentem sono antes do evangelho, pedindo para irem para a cama, sendo que, em outros dias, ficam vendo televisão até tarde e não querem dormir.
Isso se explica, porque os adultos não incentivam, nem incrementam a reunião com a participação deles, com uma pequena leitura de livro infantil uma prece ou mesmo uma vibração. Quando criança se sentir útil irá querer participar sempre. Se obrigarmos sua participação, ela se sentirá naturalmente tolhida em sua liberdade infantil e poderá dizer sim ou não. Para tudo existem o bom senso e a psicologia que deverão ser aplicados, conforme a índole de cada criança.
Por isso, repetimos, o Evangelho no Lar com as crianças deverá ser enriquecido com livros didácticos infantis, que lhes proporcionem maior entendimento dos ensinamentos de Jesus e maior participação na reunião.
Temos, na literatura infantil, inúmeros livros que são verdadeiras jóias, portadores de conteúdos substanciais, que vão encontrar uma receptividade especial no coraçãozinho delas.
Citaremos alguns desses livros que podem ser adquiridos pelos Pais, editados através da mediunidade missionária de Francisco Cândido Xavier:

* Cartilha do Bem (Meimei)
* A Vida Fala (Vol. I, II, III, Néio Lúcio)
* Pai Nosso (Meimei)
* Alvorada Cristã (Néio Lúcio)
* Os Filhos do Grande Rei (Espírito de Veneranda)
* Jesus no Lar (Néio Lúcio)
E muitos outros que existem na literatura espírita, para nos auxiliar neste trabalho de relevante importância que é a Evangelização Infantil.

6 - Ingratidão dos Filhos

Aos pais que reclamam da ingratidão dos filhos, alertamos que isso acontece, porque não houve combate a tempo ao orgulho e ao egoísmo: não houve estrutura do caráter. O excesso de protecção e o amor possessivo também facilitam a formação egocêntrica, tornando-os criaturas incapazes de repartirem as coisas até com a família futura. Outro problema é o dos pais autoritários, o que bloqueiam e frustram as crianças, tolhendo-lhes as iniciativas, dentro de um regime militarista, chegando ao cúmulo de haver agressões físicas, formando, assim, crianças fracassadas, com medo da vida, incapazes de caminharem sozinhas. Procuremos, a sós, ou diante de outras pessoas, educar nossos filhos com autenticidade, legítima honestidade, sinceridade e amor, para que eles não venham envergonhar-se de suas personalidades.
Se, dentro de casa, não conseguirmos o respeito e a compreensão deles, fora, menos ainda, e eles sofrerão todo o peso de uma sociedade indisciplinada que dá o troco de tudo o que recebe .
Alguns amadurecem com a vivência fora do lar; muitos, no entanto, sem receberem educação evangélica que os habilite a enfrentarem os problemas do mundo, se desequilibram, tornando-se revoltados em potencial. Outros, sem preparo nenhum do lar, sem receberem educação em casa, nem em lugar algum, passam, fatalmente, a ingerir drogas e adquirir hábitos totalmente contrários à Lei de Deus.
Sejamos caridosos com os Espíritos que Deus nos confiou como filhos, oferecendo-lhes as lições de Jesus, num ambiente familiar tranquilo.
"Estes Espíritos, na maioria das vezes, vieram para ajudar a Humanidade e precisam de base sólida, de lares com ambiente relativamente equilibrado e de costumes pautados no Evangelho do Cristo. Muitos deles irão enfrentar os problemas do Terceiro Milénio, e alguns, sem dúvida, serão escolhidos para trabalharem na legislação por uma nova Constituição, sendo futuros governantes do mundo.

7 - As Mães

A Terra passa por momentos decisivos, e quanto mais nos envolvermos neste clima pesado de falta de compreensão, desamor, injustiças, mais iremos chafurdar-nos no lamaçal de nós mesmos, dando ensejo a que o passado primitivo sempre venha à tona em nós.
Devemos sair deste círculo vicioso, já, desde o seio da nossa família, e nos tornarmos cidadãos úteis, cientes de nossos deveres, justos e compreensivos, embora o mundo esteja ao contrário, criando, assim, para os nossos filhos, a base para que, com segurança e amor, irão vencer estes empecilhos.
Cabem aqui algumas palanas sobre o papel das mães nessa moldagem do futuro. Novamente à mulher-mãe está reservada a tarefa da educação, pelo coração e pelo raciocínio, da nova Humanidade que irá povoar a Terra, enchendo-a de bênçãos.
A esperança de que no Terceiro Milénio venhamos a entrar na Era da Regeneração, modificando a Terra, enchendo-a de fluidos leves e energias positivas, só poderá concretizar-se, se HOJE, sem perda de tempo, construirmos um alicerce seguro, implantando Amor e a Paz no coração daqueles que viverão no século seguinte: eles, por terem bases sólidas, implantarão também essas raízes do bem e verdade nos seus descendentes e, quem sabe? nós mesmos tornaremos à Terra e receberemos todo o carinho aprendizado e o amor que plantamos hoje em nossos próprios filho, voltando à carne na condição de neto ou bisneto deles?! ...
Pensemos com mais responsabilidade no futuro e façamos de tudo para nos melhorarmos, através da vivência do Bem, da prática do amor, exercitando a fé e aumentando a confiança em Deus em Jesus. Implantemos o Evangelho em nossos lares, sem vacilar e busquemos as crianças, para que elas participem, aprendam e possam, no futuro, cooperar na transformação do lar, da família da Terra.
Ainda sobre a ingratidão dos filhos e o papel valoroso da mães e pais no quadro familiar terrestre, vejamos o que Kardec nos ensina, através das Instruções dos Espíritos, capítulo XIV, do O Evangelho Segundo o Espiritismo: - "A Ingratidão dos Filhos e os laços de Família."
Santo Agostinho, Paris, 1862.
"Quando o Espírito deixa a Terra, carrega consigo as paixões ou as virtudes inerentes à sua natureza, e vai no espaço aperfeiçoar-se ou estacionar, até que queira ver a luz. Alguns, pois, partiram carregando consigo ódios poderosos e desejos de vingança insatisfeitos: mas, a alguns destes, mais avançados que os outros é permitido entrever algo da verdade; reconhecem os funestos efeitos de suas paixões e, então, tomam boas resoluções compreendem que, para irem a Deus, só há uma senha: CARIDADE; ora, não há caridade sem esquecimento de ultrajes de injúrias: não há caridade com ódio no coração e sem perdão.
Então, por um esforço inaudito, olham aqueles que detestaram na Terra, mas, ante essa visão, sua animosidade desperta; revoltam-se com a ideia de perdoar, e mais ainda com a de se abdicarem de si mesmos, sobretudo, a de amar aqueles que talvez destruíram sua fortuna, sua honra, sua família. Entretanto, o coração desses infortunados está abalado: eles hesitam, vacilam, agitados por sentimentos contrários: se a boa resolução vence, pedem a Deus, imploram aos bons Espíritos que lhes dêem forças no momento mais decisivo da prova.
Enfim, depois de alguns anos de meditações e de preces, o Espírito se aproveita de um corpo, que se prepara na família daquele que detestou, e pede, aos Espíritos encarregados de transmitirem as ordens supremas, permissão para ir cumprir na Terra os destinos desse corpo que há de se formar. Qual será, pois, sua conduta nessa família: Ela dependerá, mais ou menos, da persistência de suas boas resoluções. O contato incessante dos seres que odiou é uma prova terrível sob a qual sucumbe, às vezes, se sua vontade não é bastante forte.
Assim, segundo triunfe a boa ou a má resolução, será amigo ou inimigo daqueles no meio do qual foi chamado a viver. Por aí se explicam esses ódios, essas repulsas instintivas que se notam em certas crianças, e que nenhum fato exterior parece justificar; nada, com efeito, nessa existência, pôde provocar essa antipatia; para compreendê-la é preciso voltar os olhos sobre o passado.
Ó Espíritas' Compreendei hoje o grande papel da Humanidade: compreendei que, quando produzis um corpo, a alma que nele se encarna vem do espaço para progredir: sabei vossos deveres e colocai todo vosso amor em aproximar essa alma de Deus: é a missão que vos está confiada e da qual recebereis a recompensa, se a cumprirdes fielmente.
Vossos cuidados, a educação que lhe derdes, ajudarão seu aperfeiçoamento e seu bem-estar futuro. Pensai que a cada pai e a cada mãe Deus perguntará:
- Que fizestes do filho confiado à vossa guarda? Se permaneceu atrasado por vossa falta, vosso castigo será o de vê-lo entre os sofredores, ao passo que dependia de vós tê-lo feito feliz.
Então, vós mesmos, atormentados de remorsos, pedireis que repare a vossa falta; solicitareis uma nova encarnação, para vós e para ele, na qual o cercareis de cuidados mais esclarecidos, e ele, cheio de reconhecimento, vos cercará de seu amor.
Não rejeiteis, pois, a criança de berço que repele sua mãe, nem aquele que vos paga com ingratidão; não é o acaso que o fez assim e que vo-lo deu. Uma intuição imperfeita do passado se revela, e dela podeis deduzir que um ou outro já muito odiou ou foi ofendido: que um ou outro veio para perdoar ou para expiar. Mães, abraçai, pois, o filho que vos causa desgostos, e, dizei: "Um de nós dois foi culpado". Merecei as alegrias divinas que Deus atribui à maternidade, ensinando a essa criança que ela está sobre a Terra para se aperfeiçoar, amar e bendizer.
Mas, ah! Muitos dentre vós, em lugar de arrancar pela educação os maus princípios inatos de existências anteriores, entretêm e desenvolvem esses mesmos princípios por uma fraqueza culposa ou por negligência, e, mais tarde, vosso coração, ulcerado pela ingratidão de vossos filhos, será para vós, desde esta vida, o começo da vossa expiação.
A tarefa não é difícil como poderíeis pensar; não exige o saber do mundo; o ignorante como o sábio podem cumpri-la, e o Espiritismo veio facilitá-la, dando a conhecer a causa das imperfeições do coração humano.
Desde o berço, a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz de sua existência anterior; é a estudá-los que é preciso se aplicar: todos os males têm seu princípio no egoísmo e no orgulho: espreitai, pois, os menores sinais que revelam os germes desses vícios, e empenhai-vos em combatê-los, sem esperar que lancem raízes profundas; fazei como o bom jardineiro, que arranca os maus brotos, à medida que os vê despontarem na árvore. Se deixardes que se desenvolvam o egoísmo e o orgulho, não vos espanteis de serem mais tarde pagos pela ingratidão.
Quando os pais fizeram tudo o que deviam para o adiantamento moral dos filhos, se não se saem bem, não têm censuras a se fazer, e sua consciência pode estar tranqüila; mas, ao desgosto muito natural que experimentam do insucesso dos seus esforços, Deus reserva uma grande, uma imensa consolação, pela certeza de que não é senão um atraso, e que lhes será dado acabar em outra existência a obra começada nesta, e que um dia o filho ingrato os recompensará com seu amor.
Deus não faz a prova acima das forças daquele que a pede; não permite senão aquelas que podem ser cumpridas; se não se triunfa, não é, pois, a possibilidade que falta, mas a vontade, porque quantos há que, em lugar de resistir aos maus arrastamentos, neles se comprazem: a estes estão reservados os prantos e os gemidos em suas existências posteriores.
Admirai a Bondade de Deus que não fecha jamais a porta ao arrependimento. Chega um dia em que o culpado está cansado de sofrer, em que seu orgulho está enfim domado, e é então que Deus abre seus braços paternais ao filho pródigo, que se lança aos seus pés.
As fortes provas, entendei-me bem, são quase sempre o indício de um fim de sofrimento e de um aperfeiçoamento do Espírito, quando são aceitas por amor a Deus. É um momento supremo, e nele, sobretudo, importa não falir murmurando, se não se quer perder-lhe o fruto e ter de recomeçar.
Em lugar de vos lamentardes, agradecei a Deus que vos oferece ocasião de vencer para vos dar o prémio da vitória. Então, quando saídos do turbilhão do mundo terrestre, entrardes no mundo dos espíritos, nele saireis aclamado como soldado que sai vitorioso do meio do combate.
De todas as provas, as mais penosas são as que afectam o coração: alguém suporta com coragem a miséria e as privações materiais, mas sucumbe ao peso dos desgostos domésticos, esmagado pela ingratidão dos seus. Oh! É uma pungente angústia essa!
Mas que pode melhor, nessas circunstâncias, revelar a coragem moral que o conhecimento das causas do mal, com a certeza de que, se há extrema aflição, não há desesperos eternos, porque Deus não pode querer que sua criatura sofra para sempre? Que mais consolador, mais encorajador que esse pensamento de que depende só de si, de seus próprios esforços, abreviar o sofrimento, destruindo em si as causas do mal?
Para isso, é preciso não deterdes o olhar sobre a Terra e não verdes senão uma única existência; é preciso elevar-vos, planar no infinito do passado e do futuro; então, a grande justiça de Deus se revela ao vosso olhar, e esperais com paciência, porque entendeis o que vos parecia monstruosidades na Terra; as feridas que nela recebeis não vos parecem mais do que arranhões.
Nesse golpe de vista lançado sobre o conjunto, os laços de família aparecem sob sua verdadeira luz; não são mais os laços frágeis da matéria, reunindo os membros, mas os laços duráveis do Espírito que perpetuam e se consolidam em se depurando, em lugar de se romperem pela reencarnação.
Os Espíritos que a semelhança dos gostos, a identidade de progresso moral e a afeição levam a se reunirem, formam famílias; esses mesmos Espíritos, em suas migrações terrestres, se procuram para se agruparem, como o fazem no espaço: daí nascem as famílias unidas e homogéneas; e se, em suas peregrinações, estão momentaneamente separados, reencontram-se, mais tarde, felizes com os novos progressos.
Mas, como não devem trabalhar unicamente para si, Deus permite que Espíritos menos avançados venham encarnar-se entro eles para aí haurir conselhos e bons exemplos, no interesse do seu adiantamento: eles causam, por vezes, perturbações, mais aí está: prova, aí está a tarefa. Acolhei-os, pois, como irmãos; vinde em sua ajuda e, mais tarde, no mundo dos Espíritos, a família se felicitará de haver salvo do naufrágio os que, a seu turno, poderão salvá-la de outros."
Esta mensagem de Santo Agostinho vem completar tudo que aprendemos até aqui a respeito da encarnação, desencarnação, reencarnação e os laços de família. É a família vista pelo lado moral e espiritual fazendo vir à tona a afirmação de Jesus, quando disse: "Eis aqui minha mãe, meus irmãos e irmãs, porque todo aquele que faz a Vontade de Meu Pai, este é meu irmão, minha mãe ou irmã". Jesus, com pleno conhecimento de tudo, soube nos deixar este ensinamento, agora bem explicado por Santo Agostinho, na era do Consolador Prometido, ampliando nossos conhecimentos e permitindo-nos entrever a felicidade futura real e eterna, que dependerá somente de cada um de nós, mostrando que os verdadeiros laços de família, duráveis e eternos, são os dos Espíritos que se amam, se compreendem e se ajudam.

8 - Teu Filho

"Observa a flor que desabrocha no jardim de teu lar!. Espírito extasiado, exclamas ante o hóspede frágil que te pede refúgio ao coração:
-- Meu filho! Meu filho !
E sentes o suave mistério do amor que te renova as forças para o trabalho, enriquecendo a alma, com estímulos santos. Dessa criaturinha leve e doce que ainda não fala, recolhes poemas inarticulados de esperança e ternura! ... Desse anjo nascituro que ainda não caminha, recebes sugestões silenciosas de coragem, para marchares com destemor dentro da luta em que te refazes para a Vida Maior ... Bênçãos intangíveis do Céu te coroam a fronte, e aprendes a suportar, com heroísmo, o cálice de fel que o mundo te apresenta e a cultivar a humildade que te faz mais humano e melhor à frente dos semelhantes ...
Contudo, não te esqueças de que é ao som dessa música renovadora que teu filho será amanhã teu retrato e que nele estamparás teus próprios ideais e teus próprios impulsos, plasmando-lhe o novo modo de ser.
Sem dúvida, não é um estrangeiro em tua casa, nem um desconhecido ao teu afeto ... É alguém que chega de longe, como acontece a ti mesmo. Alguém que te comungou as experiências no passado e que se liga ao teu caminho pelos laços luminosos do amor ou pelas duras algemas da aversão. Recebe-o, assim, com doçura e reconhecimento, mas não olvides o dever de armá-lo com elevação espiritual necessária ao combate, que, amanhã, lhe cabe ferir! ...
Ajuda-o, equilibra-o e ampara-o com o trabalho digno e com o estudo edificante. Ama-o e educa-o, oferecendo-lhe o melhor de tua alma, porque, cumpridas as tuas obrigações no lar, ainda mesmo que teu filho não te possa compreender a nobreza de sacrificio e a excelsitude da abnegação, receberás do Eterno Senhor. Nosso Pai Celestial a bênção da alegria e da paz, de vez que, diante d'Ele, todos somos filhos e tutelados também." (Livro "Família" - Emmanuell

9 - Página aos Pais

"Por maiores sejam os compromissos que te prendam a obrigações dilatadas, na esfera dos negócios ou na vida social consagrarás à família as atenções necessárias.
Lembra-te de que o lar não é tão-somente o refúgio que o arquitecto te planeou, baseando estudos e cálculos nos recursos de solo. Encontrarás nele o templo de corações em que as Leis de Deus te situam transitoriamente o Espírito, a fim de que aprendas as ciências da alma no internato doméstico.
Honrarás teu pai e tua mãe ... proclama a Escritura, e, daí, se subentende que precisamos também dignificar nossos filhos. Ainda mesmo se eles depois de adultos, não nos puderem compreender, nada impede venhamos entendê-los e auxiliá-los, tanto quanto nos seja possível sem que por isso necessitemos contactar os planos superiores de serviço que nos alimentem o coração.
Reconhecendo o débito irresgatável para com teus pais, os benfeitores que te entreteceram no mundo a felicidade do berço, darás aos teus filhos, com a luz do exemplo no dever cumprido, a devida oportunidade para a troca de impressões e de experiências.
Se ainda não consegues ofertar-lhes o Culto do Evangelho em Casa, asserenando-lhes as perguntas e ansiedades com os ensinamentos do Cristo, não te esqueças do encontro sistemático em família, pelo menos semanalmente, a fim de entender-lhes as necessidades da alma.
Detém-te a registar-lhes as indagações infanto-juvenis, louva-lhes os projectos edificantes e estimula-lhes o ânimo à prática do bem.
Não abandones teus filhos à onda perigosa das paixões insofreadas, sob o pretexto de garantir-lhes personalidade e emancipação. Ajuda-os e habilita-os, espiritualmente, para a vida de hoje e de amanhã.
Sobretudo, não adies o momento de falar-lhes e ouvi-los, pois a hora da tormenta de provações, na viagem da Terra, se abate, mais dia menos dia, sobre a fronte de cada um, por teste de resistência moral na obra de melhoria e resgate, elevação e aprimoramento em que nos achamos empenhados.
Persevera no aviso e na instrução, no carinho e na advertência, enquanto o ensejo te favorece, porquanto, muito dificilmente conseguimos escutar-nos uns aos outros, por ocasião de tumulto ou tempestade, e ainda porque ensinar equilíbrio, quando o desequilíbrio já se instalou, significa, na maioria das vezes, trabalho fora de tempo ou auxílio tarde demais!" (Livro "Família"- Emmanuel)
As advertências de Emmanuel são muito importantes para os nossos dias, quando tantas vezes deixamos nossos filhos relegados a segundo plano, alegando muito trabalho, impaciência, e que, na verdade, é apenas descuido de nossa parte. Devemos participar de suas idéias, auxiliá-los a raciocinar sobre o futuro, falar-lhes do presente com naturalidade, apontando os problemas da vida sem deixá-los com medo, mas encorajando-os e cientificando-os de que tudo têm para vencer, desde que sigam o caminho do Bem.
A criança, o adolescente, deve receber a realidade das coisas de acordo com sua idade e evolução, nem mais nem menos. Tudo o que comporta aprenderem, ensinemos, mesclando as verdades com muito amor e carinho, demonstrando segurança e fazendo-os sentir que não estamos sós: Deus nos ampara! Aprendamos a entregar nossos filhos a Ele, a fim de sentirem toda a Magnitude do Pai Bondoso e cheio de Misericórdia. Despertemos a fé nesses corações puros, ainda, e ávidos de luz, cheios de lealdade, pois a criança é sempre muito sincera. Certamente não haverá decepções, nem para nós, nem para elas, se começarmos a uni-las ao Pai Criador, para que possam, por si mesmas, alçar vôos ao infinito.

10 - Dez Preceitos para os Pais Educadores

Um grupo de professores e psicólogos europeus propuseram um questionário às crianças de diversos países e continentes. Neste enquete perguntava-se: "O que elas desejariam de seus Pais:' Apareceram montanhas de respostas, que, analisadas, classificadas, deram as seguintes conclusões:

1) Que os pais não briguem, nem discutam diante dos filhos
2) Tratem todos os filhos com igual afecto, evitando possivelmente, o filho único.
3) Nunca mintam a uma criança, dando cuidado especial dos dois aos cinco anos, época em que se gravam mais as impressões.
4) Sejam intimamente afectuoso e atenciosos, transmitindo para o filho uma personalidade equacionada.
5) Confiança e camaradagem, entre pais e filhos, incutem neles responsabilidade para a vida.
6) Pais, recebam bem os amigos de seus filhos!
7) Não repreendam nem castiguem uma criança na presença de outrem: prefiram o diálogo.
8) Encorajem as boas qualidades de seus filhos.
9) Respondam sempre às perguntas de seus filhos.
10) Mostrem sempre a seus filhos o mesmo afecto, o mesmo humor, transmitindo segurança e paz no seu lar.

Maria T. Compri

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Mensagem

Senhor ilumina todos os lares, hospitais, Hospícios, cadeias e todo Universo de
necessitados
Pai celestial, que habitais o meu interior, impregna com a Tua Luz vital cada
célula de meu corpo, expulsando todos os males, pois estes não fazem parte de
meu ser. Na minha verdadeira realidade, como filho de Deus perfeito que sou, não
existe doença; por isso que se afaste de mim todo o mal, todos os bacilos,
micróbios, vírus, bactérias e vermes nocivos, para que a perfeição se expresse
no meu corpo, que é templo de Divindade.
Pai teu Divino filho Jesus disse: pedi e recebereis, porque todo aquele que pede
recebe, portanto, tenho absoluta certeza de que a minha oração da cura já é a
própria cura. Para mim agora, só existe esta verdade: a cura total. Mesmo que a
imagem do mal permaneça por algum tempo no meu corpo, só existe em mim agora a imagem mental da cura e a verdade da minha saúde perfeita.
Todas as energias curadoras existentes em mim estão atuando intensamente, como
um exército poderoso e irresistível, visando os inimigos, fortalecendo as
posições enfraquecidas, reconstruindo as partes demolidas, regenerando todo o
meu corpo.
Sei que é o poder de Deus agindo em mim e realizando o milagre maravilhoso da
cura perfeita.
Esta é a minha verdade mental. Esta portanto é a verdade do meu corpo.
Agradeço-te, oh! pai, porque Tu ouvistes a minha oração.
Dou-te graças, com toda alegria e com todas as forças interiores porque tua
vontade de perfeição e saúde aconteceram em mim, em resposta ao meu pedido.
Assim é e assim será.
Um fraternal abraço, e a nossa vibração com a certeza de que a Paz se fará em
seu mundo íntimo.

Prece de Encerramento

Deus eterna Bondade


"Deus de eterna bondade, em prece de louvor entrego-te minha alma,sê bendito meu pai em todos os recursos, ferramentas, processos e medidas dos quais te utilizasses à fim de que eu perceba que tudo devo à ti.
Agradeço-te pois o tesouro da vida,a presença do amor,a constância do tempo,o sustento da fé,o calor da esperança que me acena o porvir, o santo privilégio de servir,o pensamento reto que me faz discernir o que é mau e o que é bem, na clara obrigação de nunca desprezar ou de ferir alguém ...
Agradeço-te ainda, a visão das estrelas à esmaltarem de glória o lar celeste,
as flores do caminho,os braços que me amparam e os gestos de carinho dos corações queridos que me deste.
Por tudo te agradeço e QUANDO te aprouver despojar-me dos bens com que me exaltas ... ensina-me senhor à devolver tudo o que me emprestas-te ...
Mas por piedade ó pai , deixa-me em tudo por apoio e dever , a benção de ACEITAR e o dom de COMPREENDER. " -

Momento da Fluidificação das águas (bênçãos).

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