2017/10/22

A ETERNA MENSAGEM


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Evangelho no Lar para   23/10/ 2017 com início às 21 horas

  • A ETERNA MENSAGEM
Estimadas irmãs e irmãos em Cristo.
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Prece Inicial

Iluminação

Senhor se no mundo que me cerca eu não puder enxugar uma lágrima
Não conseguir dizer uma palavra de conforto fazer alguém sorrir de verdade
O Deus se eu não souber ser justo humilde atencioso e promotor da esperança na
terra.
Se não puder lutar contra as injustiças,agir com dignidade
Deixar de me irritar com as pequenas coisas
Compreender que os outros também têm suas limitações
Senhor se eu não souber aceitar a tua vontade acima da minha própria vontade
Então, não permita que eu condene as guerras e ore pela paz
Não aceita a oferta que eu te oferecer. Nem escute os meus constantes pedidos de
socorro. Mas quando vier te pedir perdão.
Oh Deus, perdoa-me por inteiro e lava meu coração no sangue da nova e eterna
aliança contigo por meio de Jesus teu filho amado. Ilumina a minha inteligência
e a minha vontade, para que eu possa viver na tua presença todas as horas do dia e todos os dias da vida.
Amem em Jesus
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Leitura.

A ETERNA MENSAGEM

Uma história antiga

A pobre alienada caminhava apática pela praia, quando uma cintilação vinda da areia lhe alcançou os olhos e atraiu sua atenção. Abaixou-se querendo apanhar a luz e seus dedos tocaram um anel ali perdido, quem sabe como! Era belo, muito belo... Guardava a integridade do ouro e a luminosidade colorida de uma pedra preciosa, primorosamente lapidada.

A mulher louca se encantou pelo anel achado, revirou-o entre os dedos e acabou por colocá-lo no anular de sua mão esquerda. Serviu perfeitamente e era tão belo que ela notou o contraste que fazia com sua mão escurecida e maltratada. Dirigiu-se à água do mar e nela lavou repetidamente a mão, para que ficasse digna da jóia encontrada. Reparou, em seguida, que não somente a mão, também o seu braço guardava impurezas e procurou limpá-lo. Depois, compôs quanto possível o vestido velho e desbotado.

E, aos poucos, por causa da beleza e valor do anel que encontrara, ela foi retomando a consciência de si mesma, recuperando o equilíbrio que outrora perdera, voltando a ser, de novo, senhora de si diante da vida.

Essa história, que um dia conheci, não sei onde nem como, emocionou-me muito e nunca a olvidei. Pareceu-me simbolizar a humanidade, que na praia da vida caminha como pobre alienada, inconsciente da sua própria essência espiritual e ignorante das realidades superiores da criação divina de que faz parte, e, ao receber do Alto a revelação das coisas espirituais, encontra a brilhante luz da verdade, consegue entender a razão da vida, voltando a se equilibrar moralmente.

A humanidade e as revelações espirituais

Tão longe quanto se possa alcançar na história dos povos, encontramos a presença das revelações espirituais dando origem às religiões.

Leon Denis, em seu livro Depois da Morte, diz que todas as grandes religiões do passado tiveram duas faces, uma aparente, outra oculta. Na face exterior, apresentavam a forma e a letra, cultos e cerimônias extravagantes para chocar a imaginação do povo mas, por trás desses véus, no ensino interior e secreto, reservado somente aos iniciados, estava o sentido espiritual, que surgia em seu caráter grave e elevado, ao mesmo tempo científico e filosófico. Na face oculta das religiões, o espírito é independente e acima da matéria, regras são prescritas orientando a relação dos seres entre si e para com Deus, o amor e a sabedoria são indicados como metas a serem atingidas.

Essas revelações constituíram e constituem para a humanidade ponto de apoio para correção, equilíbrio e impulso da ação, refletindo-se na organização social. Todo bem e progresso na Terra, no campo moral e espiritual, tem sido fomentado e mantido por elas. E conforme a necessidade do povo e o momento histórico, apresentaram uma tônica, uma ênfase especial.

Na índia

Encontramos nessa terra milenar o Hinduísmo, a terceira das grandes religiões, em número de adeptos, cerca de 870 milhões de fiéis.

Sua tradição oral é muito antiga e o que conhecemos dela está nos Vedas (veda=conhecer, saber). E os seus primeiros livros sagrados que se conhecem são quatro textos escritos ao redor de 1500 a.C, em sânscrito, antiga língua indiana.

Representam a mais antiga literatura de qualquer língua indo-européia e formam a base do extenso sistema de escrituras sagradas do Hinduísmo, incluindo canções, hinos, dizeres, ensinamentos, escrituras tradicionais e epopéias como o Ramaya-na, o Mahabarata e o Bhagavadgita, tudo visando à educação moral do povo hindu.

Sob as idéias de muitos deuses (Rudra, Varuna, Indra, Mitra, Agnis) os hindus reconheciam as forças criadoras do Universo. E a crença nos Espíritos, que remonta às primeiras idades do mundo, lá está nos Vedas, com a afirmação da existência e imortalidade da alma.

As doutrinas védicas foram renovadas por Krishna, instrutor espiritual, que dizia: O corpo, envoltório da alma que aí faz sua morada, é uma coisa finita; porém, a alma que o habita é invisível, imponderável e eterna.

Krishna falava também sobre reencarnação e justiça divina: O destino da alma depois de morte constitui o mistério dos renascimentos. (...) Quando o corpo entra em dissolução, se a pureza é que o domina, a alma voa para as regiões desses seres puros que têm o conhecimento do Altíssimo. Mas se é dominado pela paixão, a alma vem de novo habitar entre aqueles que estão presos às coisas da Terra. (...) Todo renascimento, feliz ou desgraçado, é consequência das obras praticadas nas vidas anteriores. Os males com que afligimos o próximo perseguem-nos, assim como a sombra segue o corpo.

Krishna ensinava, ainda, a nossa comunicação com os Espíritos desencarnados e este lindo pensamento, tão conhecido, "sê como o sândalo que perfuma o machado que o fere", também é dele, ao falar da abnegação e do sacrifício: O homem de bem deve cair aos golpes dos maus como o sândalo que, ao ser abatido, perfuma o machado que o fere.

Os ensinos de Krishna deram origem ao Bramanismo e nele perduram, apesar de terem ficado mesclados, sob um lado exterior e vulgar, a prescrições pueris, cerimonial pomposo, ritos complicados, muitas fábulas e imagens e o injustificado sistema de castas.

Buda

Nas faldas do Himalaia, cerca de 500 anos antes da era Cristã, de 563 a 483 a.C, segundo académicos ocidentais e indianos, viveu Sidarta Gautama, da tribo çakyamuni, casta guerreira, um filho de rei.

Seu pai o queria poupar de conhecer os problemas do mundo, mas aos 29 anos, ele tomou conhecimento dessa realidade e foi acometido de profunda tristeza e imensa piedade pelos sofrimentos dos homens.

Renunciando às grandezas, à vida faustosa, Sidarta Gautama deixou o seu palácio e se embrenhou na floresta silenciosa, onde viveu longos anos de meditação.

E então reapareceu como Buda (o iluminado) para levar ao mundo asiático, senão uma crença nova, ao menos uma outra expressão da Lei Divina.

E fez sua primeira pregação a cinco jovens que se tornaram seus discípulos, formando a comunidade monástica budista inicial.

Pregava Buda quatro grandes verdades e oito passos diretivos para o bem viver, que em síntese instruem: é preciso cultivar o desapego, o desprendimento das formas materiais, sair do egoísmo e da ignorância que geram o sofrimento e a miséria; isso se consegue conhecendo a ciência da natureza visível e invisível, que é o homem e qual o princípio das coisas; entramos neste mundo como forma de trabalhar nosso aperfeiçoamento e elevação e, finalmente, alcançar o nirvana, estado de perfeição e libertação interior.

No Budismo, a doutrina do carma diz que o homem colhe aquilo que semeou, equivalendo, de certa forma, ao ensino cristão "a cada um segundo suas obras". E a compaixão, a caridade, estende-se a todos os seres, até mesmo aos animais, aos vegetais e aos corpos inorgânicos.

Buda e seus discípulos exercitavam a contemplação, o êxtase, durante o qual o Espírito se destaca e comunica com as almas que deixaram a Terra.

Quando o Budismo surgiu, enfrentou rejeição dos brâmanes, sofreu vicissitudes e acabou sofrendo numerosas transformações. Suas idéias sublimes terminaram por se misturar com outras concepções e ficaram ocultas sob rituais e cultos exteriores. Não obstante, conta atualmente com 375 milhões de adeptos e está espraiado na maior parte da Ásia, Sri Lanka, Nepal, Coreia, China e Japão. Sua melhor feição espiritual foi conservada no Tibé.

No Egito

Acreditam alguns ter sido a índia que comunicou ao Egito a sua civilização e a sua fé. Outros dizem que, em época remota, a terra de Isis já possuía suas próprias tradições religiosas.

Os egípcios tinham, como a índia, uma doutrina da divindade de tríplice natureza, ao mesmo tempo inteligência, força e matéria, ou espírito, alma e corpo.

Os sacerdotes sabiam essas verdades ocultas, os chamados mistérios de Isis e Osíris, mas para o povo, ficavam escondidas sob a forma mais primária de um culto exterior.

Os livros de Hermes mostram um pouco do conhecimento espiritual dos egípcios e esclarecedoras são as instruções, no Livro dos Mortos, sobre o Tribunal de Osíris e as condições que enfrenta no Além aquele que desencarna. Para ter acesso ao mundo melhor após morte, o homem será julgado pela maneira como se houver conduzido na Terra e lhe será preciso fazer ao deus uma confissão negativa de seus atos, como neste trecho do Livro dos Mortos: "Não fiz, perfidamente, mal a qualquer homem. Não tornei meus próximos infelizes. Não cometi vilanias na morada da verdade. Não tive convivência com o mal. Não cometi mal algum. Não houve, por minha causa, nem medrosos, nem pobres, nem sofredores, nem infelizes. Jamais fiz o que os deuses detestam. Sou puro, puro, puro".

Na Grécia

Duas cidades-estado exerciam influência em toda a Grécia: a Esparta guerreira, não interessada em cultura, mas no poder ditatorial, e Atenas, berço da democracia, de um povo que amava a liberdade e se dedicava à cultura, às artes e à beleza.

Encontramos na Grécia os templos iniciáticos: Delfos, Olímpia e Dódona, por exemplo, com seus mistérios a que o povo comum não tinha acesso.

Neles, os iniciados tinham o intercâmbio privativo com os Espíritos, de quem recebiam informações sobre a vida imortal e o objetivo do bem, como estas: "Amai, porque tudo ama: amai, porém, a luz e, não as trevas. Durante a vossa viagem (a encarnação) tende sempre em mira esse alvo".

Aprendiam que nossos atos afetam o perispírito: Quando as almas voltam ao espaço, trazem, como hediondas manchas, todas as faltas da sua vida estampadas no corpo etéreo (...). E a necessidade da reencarnação para apagar essas manchas hediondas: (...) cumpre que expiem e voltem à Terra. Somente os puros, os fortes, vão para o sol de Dionisos, alcançariam no Além as regiões mais felizes.

Os oráculos, porém, atendiam a todos e eram, então, o mais prestigioso meio de comunicação entre deuses e homens; o fiel podia ir consultar o deus no seu templo para receber conselhos e predições. Havia oráculos "gerais", para qualquer tipo de consulta, e os "especializados", como o de Asclépios e Anfiarau, de cura, assuntos de doença e saúde. A resposta dos oráculos era dada por meio de pítons ou pitonisas, que demonstravam clarividência e faziam adivinhações e intermediavam Espíritos. Mas seus sinais e mensagens eram, invariavelmente, enigmáticos, requerendo interpretação.

Tinham os gregos esclarecidos o conhecimento de que estamos mergulhados num mundo invisível que influi sobre nossa vida e nossos atos, e Sócrates (400 a.C.) é um exemplo com o seu "daimon", um gênio familiar e protetor.

Na China

Quando o Budismo chegou à China, por volta do primeiro século da era cristã, encontrou ali uma cultura que possuía mais de dois milénios de existência e apresentaria grandes filósofos como Lao-Tsé (604 a.C.) e Confúcio (550/478 a.C).

No pensamento chinês, havia, de um lado, a preocupação com a vida em sociedade, as relações humanas, valores morais e governo e, de outro lado, o aspecto místico, a busca por um plano mais elevado de consciência.

Essas diferentes tendências deram origem, durante o sec. VI a.C, a duas escolas filosóficas distintas: o confucionismo e o taoísmo. Confucionismo é a filosofia da organização social, do senso comum e do conhecimento prático. Fornecia à sociedade chinesa um sistema de educação e as convenções estritas do comportamento social.
O Taoísmo é voltado para a observação da natureza e a descoberta do Caminho (ou tao). Alcançasse a felicidade seguindo a ordem natural, agindo espontaneamente e confiando no conhecimento intuitivo.

No Japão

Assim como os hindus falam de sua origem como uma criação divina, os japoneses também acreditam que o Japão e o seu povo foram criados pelos deuses.

A religião mais antiga e popular é o Xintoísmo (xintó — caminho dos deuses). Em suas idéias encontramos influência do Budismo (da índia) e do Confucionismo (da China).

Apesar de o Xintoísmo não ter uma filosofia elaborada, os valores morais são enfatizados e são estabelecidos muitos rituais para os adeptos praticarem diariamente.

Na Pérsia

Aqui encontramos, no século VI a.C, Zoroastro ou Zaratustra. Nascido na Média, reformou o Masdeísmo existente, conservando a concepção dualística do Universo (existência do bem e do mal, em eterna luta entre si) e criou a casta dos magos (sábios entendidos nas coisas espirituais).
Sua doutrina e concepções estão no Zend-Avesta (630 a.C.)

Na Palestina

O Judaísmo é a religião dos hebreus (ou israelitas), uma história que data de dois mil anos a.C. e na qual se destacam Moisés e os profetas.

O Judaísmo é um pouco mais conhecido de todos nós, entre as religiões mundiais, por causa do registro em seus livros da Bíblia ou Velho Testamento, a que os cristãos juntaram o Novo Testamento que narra o surgimento de Jesus, o Cristo, seus ensinos e feitos.

Embora apegados à pena de talião, do "olho por olho, dente por dente", os israelitas já tinham a idéia de um Deus único Jeová) e de que deviam amá-lo e ao próximo (o que restringiam ao seu povo ou aos de mesma crença), falavam de imortalidade (embora uma de suas seitas, os saduceus, não acreditassem em vida após a morte), e de ressurreição, porque os fatos mostravam que os mortos voltavam a se comunicar, porém, sem entender bem de que modo esse ressurgimento se daria (confundiam o ressurgimento espiritual com uma impossível ressurreição do corpo físico).

Podemos concluir que, em todas as revelações vindas do Alto ao longo dos tempos, nos diferentes povos, o ensinamento era igual, o mesmo, dirigido a um só objetivo: dar a conhecer ao ser humano a sua essência imortal para que aja de acordo com ela. Foi sempre uma mesma revelação, uma eterna mensagem.

Havendo, contudo, um caráter progressivo, pois, sempre que a mensagem central era esquecida, deturpada, ou quando o povo houvesse evoluído mais, ela surge reeditada, adaptada à época ou apresentada sob novo ângulo. E' o mesmo brilhante, mais polido ou com uma nova face lapidada.

Assim, toda crença digna desse nome é útil, cumpre uma função junto à humanidade e merece respeito e tolerância.

O Cristianismo

A maior das revelações certamente foi a do Cristo. Não por causa dos fenômenos, que muitos taumaturgos existiram no mundo, verdadeiros e falsos, e todos se perderam nos fastos da história.

Nem especialmente por causa do seu sacrifício na cruz, que houve os que se sacrificaram ou sofreram martírios dolorosos, nem sempre motivados por causas superiores.

É pelo seu conteúdo que a revelação cristã se posiciona acima de todas as outras. É pela sua substância, o valor do seu ensino moral, que redimiu, redime e redimirá maior número de almas, conseguindo, como nenhuma outra, esclarecer e encaminhar os seres humanos para o bem.

Na sua doutrina, o Cristianismo, Jesus reuniu todas as revelações anteriores no que tinham de verdadeiro, escoimando abusos, deturpações, e apresentando aspectos novos, revelações mais avançadas, como podemos examinar.

A ideia de Deus

Antes de Jesus: distante, impassível, Senhor, e o ser humano um simples servo, criação ínfima. Com Jesus, Deus se revela ao alcance da criatura, amoroso, compassivo, Pai, e o ser humano como seu filho, ser querido e valioso.

Do amor de Deus para conosco, podemos fazer idéia comparando com o amor que conhecemos, o dos seres humanos. Quem ama de verdade não o faz por interesse e Jesus fala do amor de Deus, que em nada precisa de nós, mas quer o nosso bem, o nosso progresso e felicidade.Quem ama gosta de dar coisas, de presentear, e Deus provê tudo de que precisamos, o que Jesus enfatiza com o Olhai os lírios do campo... Quem ama ajuda o ser amado e Jesus nos assegura Tudo que pedirdes em oração, crede que obtereis. Quem ama adverte, corrige e Jesus fala da necessidade de respeitar a lei divina para que não te suceda algo pior. Quem ama perdoa, sem deixar de se dedicar e Jesus nos fala da ovelha perdida e do filho pródigo.

Tudo isso tem o amor de Deus para conosco, na mensagem cristã, e outros aspectos mais que ainda não podemos perceber, nem sabemos vislumbrar.

Sobre alma e imortalidade

Ambas são apregoadas por todas as revelações, mas Jesus acrescenta informações valiosas, como, por exemplo, na história do rico e Lázaro a enfrentarem no Além situações diferentes, conforme o tipo de vida e ação que haviam tido neste mundo, embora já saibamos que os sofrimentos não têm caráter de eternidade, porque a recuperação dos que falharam se dará na continuidade da vida no plano espiritual ou por meio das reencarnações.

O intercâmbio com os Espíritos

Jesus não ignorou a mediunidade, valioso canal de espiritualização e progresso moral para a humanidade. Em várias oportunidades afirmou a influência dos Espíritos bons e maus sobre as pessoas. E ele mesmo exemplificou o intercâmbio conversando com Moisés e Elias, sobre as ocorrências que teriam lugar em Jerusalém: seu aprisionamento, sacrifício e ressurreição, e também dialogando com os Espíritos inferiores e afastando os que perturbavam pessoas.

Ensinou essa prática aos discípulos e indicou a utilização providencial da mediunidade: Curai os doentes, purificai os leprosos, ressuscitai os mortos (fazer reaparecerem e conversarem conosco), expulsai os demônios (promover a desobsessão, o afastamento dos Espíritos perturbadores).

Teve o cuidado de alertar de graça recebestes, de graça dai, para que empregassem a mediunidade sem nenhum interesse pessoal, egoísta.

Assegurou proteção nesse intercâmbio: Deus dará um bom espírito aos que lhe pedirem. Não vos preocupeis com o que havereis de dizer, porque o espírito de vosso Pai é que falará por vós.
Como vemos, Jesus ensinou e exemplificou o trabalho mediúnico. Com ele aprendemos o intercâmbio com o Além. Moisés proibira? Jesus liberou!

Lei de ação e reação

Mostrou que é preciso impedirmo-nos de praticar o mal. Se a tua mão é causa de escândalo, corta-a.
Não reagir ao mal com o mal. Se alguém te bater na face direita oferece-lhe também a outra. E fazer aos outros o que queremos nos façam, porque a cada um será dado segundo as suas obras.

Reencarnação

Jesus a ensinou em teoria, quando conversou com Nicodemos, e apontou um exemplo dela, em João Batista que era a reencarnação de Elias, mostrando que ela se faz de ser humano para ser humano e não para seres inferiores, e não apenas para ficar vivendo e revivendo corporalmente, mas objetivando entrar no Reino dos Céus, alcançar a vivência em planos superiores.

Evolução

Mostrou, na parábola dos talentos e na do mordomo infiel, que temos o direito de administrar os valores de vida recebidos de Deus, deles usufruindo e partilhando, mas com a obrigação de empregá-los acertadamente e de fazê-los render em progresso e bem-estar, nosso e dos nossos semelhantes.

Por tudo isso, a mensagem do Cristianismo alcança, como nenhuma outra religião revelada, o seu objetivo de revalorização da criatura humana.
Individualmente, salva-nos da descrença, pelos fatos; da ambição, por patentear a transitoriedade dos bens terrenos; da materialidade, por demonstrar a superioridade do que é espiritual; da inércia, pela necessidade que temos de construir o futuro e ganhar o salário; do orgulho, por igualar os seres na origem e na finalidade; da violência e da ira, pela lei do retorno.

E salva-nos socialmente, porque, agindo sobre a criatura, reestrutura a sociedade em bases espirituais, prescreve obediência às autoridades sem descaso para com a lei divina, e revela as imensas possibilidades de cada ser humano, para que as valorizemos e aproveitemos.

E exemplificou tudo que ensinou

Que mensagem magnífica! E quão bem demonstrada foi pelo admirável mensageiro! Por isso, Gandhi indagava, admirado: Como não se redimiram todos que conheceram o Cristianismo?

É que o que salva é a reação do indivíduo à mensagem e ainda não reagimos todos, plenamente, à semeadura do Bom Pastor.

Mas, embora sem seguirem perfeitamente os ensinos e exemplos do Mestre Jesus, os seus mais de 2 bilhões e 100 milhões de adeptos fazem do Cristianismo a maior religião do mundo.

No Islamismo

Com 1 bilhão e 300 milhões de fiéis, é a segunda maior religião do mundo em número de adeptos e continua crescendo muito.

Tem, em Maomé, o seu profeta, o seu revelador.

Esse árabe, no século VII (570/632), na região da atual Arábia Saudita, teria recebido revelações do anjo Gabriel. Com elas compôs um livro sagrado denominado Alcorão, ou Corão.

Curiosamente, a origem dos árabes se prende ao israelita Abraão, pois descendem de Ismael, o filho que aquele patriarca teve com sua serva Agar, expulsando-os depois, porque sua esposa Sara finalmente lhe dera um filho legítimo. Agar e seu filho Ismael foram ter à Arábia.

Por essa origem comum, a religião muçulmana, que Maomé fundou, tem pontos de contato com as ideias dos israelitas e, também, com a figura de Jesus. E monoteísta, prega a bondade, a generosidade e a justiça no relacionamento social, estabelecendo normas adequadas ao povo árabe, naquela época distante.

Por causa de divergências quanto a certas práticas indicadas na Sharia, os adeptos do Islamismo se dividem em xiitas e sunitas, constituindo estes a maioria de 85% do povo árabe.

O fundamentalismo

Assim se denomina o conjunto de ideologias que veem nos fundamentos da religião a base para a organização da vida social e política.

Ao longo da história, tendências fundamentalistas surgem em várias religiões, como no islamismo, no Hinduísmo e no Judaísmo.

Essa postura se contrapõe à perspectiva secular adotada no Ocidente, particularmente depois da Revolução Francesa, na qual o Estado e a religião pertencem a esferas distintas.

A partir do século XX, a expressão fundamentalismo vem sendo aplicada a algumas denominações protestantes, que pretendem defender e conservar os elementos "fundamentais" da fé cristã por meio da interpretação literal da Bíblia, fazendo ressalvas, por exemplo, à teoria de Darwin, da evolução das espécies.

A Revelação Espírita

Com o passar dos séculos, o brilhante divino do Cristianismo foi sendo recoberto pelo véu da ignorância, o pó da superstição, a tinta da má-fé, a lama da materialidade, que embaçaram e enodoaram suas faces de luz.
Mas, no final do século XIX, o clima intelectual na humanidade oferecia campo para que a sublime mensagem do Nazareno se libertasse das excrescências que a ocultavam.

Então, os Espíritos do Senhor se fizeram ouvir em manifestações mediúnicas pelo mundo todo e Allan Kardec soube escutar suas vozes, indagar os porquês e para quês, coligir as informações, colocando-as em ordem didática.

Assim ficou revelada a Doutrina dos Espíritos, o Espiritismo, que retira os detritos superficiais, as deturpações que a verdade espiritual sofreu pela ignorância e pela má-fé, e faz incidir a luz da razão sobre as faces da verdade já reveladas, para fazê-las brilhar de novo mais intensamente, em toda a sua beleza.

A codificação espírita é como um engaste novo, para que o brilhante da Doutrina do Cristo possa ser apreciado em mais ampla visão. E os fatos que apresenta em seu campo experimental, os fenômenos espíritas, são como dedos a movimentarem o anel da revelação cristã, para destacar ora este, ora aquele aspecto.

Graças ao Espiritismo, podemos todos nós, não apenas os doutos, como o eram os antigos iniciados, mas todos nós, simples mortais desejosos do conhecimento espiritual, determo-nos no êxtase do amor divino, admirando a harmonia da criação; aprofundarmo-nos no complexo da alma humana e no seu modus vivendi no Além; dedicarmo-nos ao capítulo fascinante da mediunidade, conversarmos com os Espíritos, assinalar e provocar a ação deles sobre a matéria e os encarnados; rastrearmos as vidas sucessivas e constatarmos, nos processos de reajuste, os artigos da lei de causa e efeito, a perfeição da justiça divina dando a cada um segundo as suas obras; estudar as civilizações, de modo geral, e as criaturas, particularmente, percebendo a marcha evolutiva da humanidade.

Sim, temos a maior das revelações, a cristã, revivida pelo Espiritismo da forma mais clara e atualizada para o conhecimento dos nossos tempos, e, ainda, tornada acessível a todos... De nada adiantará, se não orientarmos nossa vida pelo padrão da Verdade observada. Temos o mais belo e rico anel... Que adiantará, se continuarmos loucos?

Comecemos a reequilibrar nosso eu, desenvolvamos o potencial que temos de forças e virtudes, elevemos os pensamentos, aperfeiçoemos os sentimentos, exercitemos a capacidade de bem agir.

Espiritismo é Deus a chamar-nos pela voz da Verdade, na trombeta dos Espíritos, para o grande festim da Vida Maior!
Therezinha Oliveira

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Mensagem

Senhor ilumina todos os lares, hospitais, Hospícios, cadeias e todo Universo de
necessitados
Pai celestial, que habitais o meu interior, impregna com a Tua Luz vital cada
célula de meu corpo, expulsando todos os males, pois estes não fazem parte de
meu ser. Na minha verdadeira realidade, como filho de Deus perfeito que sou, não
existe doença; por isso que se afaste de mim todo o mal, todos os bacilos,
micróbios, vírus, bactérias e vermes nocivos, para que a perfeição se expresse
no meu corpo, que é templo de Divindade.
Pai teu Divino filho Jesus disse: pedi e recebereis, porque todo aquele que pede
recebe, portanto, tenho absoluta certeza de que a minha oração da cura já é a
própria cura. Para mim agora, só existe esta verdade: a cura total. Mesmo que a
imagem do mal permaneça por algum tempo no meu corpo, só existe em mim agora a imagem mental da cura e a verdade da minha saúde perfeita.
Todas as energias curadoras existentes em mim estão atuando intensamente, como
um exército poderoso e irresistível, visando os inimigos, fortalecendo as
posições enfraquecidas, reconstruindo as partes demolidas, regenerando todo o
meu corpo.
Sei que é o poder de Deus agindo em mim e realizando o milagre maravilhoso da
cura perfeita.
Esta é a minha verdade mental. Esta portanto é a verdade do meu corpo.
Agradeço-te, oh! pai, porque Tu ouvistes a minha oração.
Dou-te graças, com toda alegria e com todas as forças interiores porque tua
vontade de perfeição e saúde aconteceram em mim, em resposta ao meu pedido.
Assim é e assim será.
Um fraternal abraço, e a nossa vibração com a certeza de que a Paz se fará em
seu mundo íntimo.

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Prece de Encerramento

Deus eterna Bondade


"Deus de eterna bondade, em prece de louvor entrego-te minha alma,
sê bendito meu pai em todos os recursos, ferramentas, processos e medidas dos quais te utilizasses à fim de que eu perceba que tudo devo à ti.
Agradeço-te pois o tesouro da vida,
a presença do amor,
a constância do tempo,
o sustento da fé,
o calor da esperança que me acena o porvir,
o santo privilégio de servir,
o pensamento reto que me faz discernir o que é mau e o que é bem, na clara obrigação de nunca desprezar ou de ferir alguém ...
Agradeço-te ainda, a visão das estrelas à esmaltarem de glória o lar celeste,
as flores do caminho,
os braços que me amparam e os gestos de carinho dos corações queridos que me deste.
Por tudo te agradeço e QUANDO te aprouver despojar-me dos bens com que me exaltas ... ensina-me senhor à devolver tudo o que me emprestas-te ...
Mas por piedade ó pai , deixa-me em tudo por apoio e dever , a benção de ACEITAR e o dom de COMPREENDER. " -

Momento da Fluidificação das águas (bênçãos).

Postado por Santo Andre Expansão às Segunda-feira, Agosto,05, 2013Santo André Expansão Evangelizadora do Lar
Brasil e Portugal, para: A Europa e o Mundo.
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