PERCEPÇÕES, SENSAÇÕES E SOFRIMENTOS DOS ESPÍRITOS




Santo André Expansão Evangelizadora do Lar
PERCEPÇÕES, SENSAÇÕES E SOFRIMENTOS DOS ESPÍRITOS
Evangelho no Lar para 16/07/ 2018 com início às 21 horas
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a progredir sem perder a simplicidade;
a semear o bem sem pensar nos resultados;
a desculpar sem condições;
a marchar para frente sem contar os obstáculos;
a ver sem malícia;
a escutar sem corromper os assuntos;
a falar sem ferir;
a compreender o próximo sem exigir entendimento;
a respeitar os semelhantes, sem reclamar consideração;
a dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxa de
reconhecimento.
Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como
precisamos da paciência dos outros para com as nossas dificuldades.
Ajuda-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente,
aquela de cumprir-te os desígnios onde e como queiras, hoje agora e sempre.
Amem em Jesus
Emmanuel
3. Leitura do Evangelho

Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos

A Espiritualidade afirma que, quando de sua volta para o mundo dos Espíritos, a alma
conserva as percepções que tinha quando encarnada na Terra, e que desabrocham-lhes
outras, porque o corpo funciona como um véu, obscurecendo-a.
Sobre esta questão, Allan Kardec realizou em “O Livro dos Espíritos”, um estudo
denominado: “Ensaio Teórico da Sensação nos Espíritos”. Devido à importância do tema
e da profundidade deste estudo realizado pelo Codificador, vamos fazer um resumo do
mesmo, mas deixando claro que para uma boa compreensão do tema, melhor seria um
estudo completo do texto que corresponde à questão 257 da obra citada.
O corpo é o instrumento da dor. Se não é a causa primária desta, é pelo menos, a causa
imediata.
A alma tem a percepção da dor, mas essa percepção é o efeito.
Apesar de que esta percepção é muitas das vezes dolorosa, podemos afirmar que ela não
é física. Ilustramos com um exemplo dado por Kardec: A simples lembrança de uma dor
física, pode produzir o efeito da mesma, mesmo que no momento não haja motivo para tal.
Isso ocorre porque o cérebro guardou esta impressão, e o perispírito como elemento
de ligação entre o Espírito e o corpo, transmite do primeiro para o segundo, impressões,
e no sentido contrário, sensações. Resumindo, concluímos que o perispírito é o agente
das sensações exteriores.
Quando encarnado, o Espírito tem o sentido dessas sensações no corpo, quando este é
destruído, elas se tornam gerais.
Sabemos que no Espírito há percepção, sensação, audição, visão, e que essas faculdades
são atributos do ser todo e não, como no homem, de uma parte apenas.
A dor, como já dissemos, não é propriamente física, ainda que muitas vezes o Espírito a
reclama ou diz que sente frio ou calor. Entendemos que, apesar de muitas vezes ser
bastante penosa, ela é mais uma reminiscência do que uma realidade. Entretanto algumas
vezes há mais do que isso, como apresenta o ilustre pensador lionês.
A experiência mostra que o perispírito, quando da desencarnação, não se desprende
rapidamente da maneira que a maioria supõe, e devido a esta ligação, muitas vezes o
Espírito crê-se vivo; vê seu corpo ao lado, sabe que lhe pertence, mas não compreende
que esteja separado dele. Essa situação normalmente dura enquanto existe a ligação
entre os corpos físico e espiritual.
Relata Kardec o exemplo de um suicida: “Disse-nos certa vez um suicida: Não estou morto,
no entanto sinto os vermes a me roerem”. É obvio que os vermes não lhe roíam o perispírito, e muito menos o Espírito. O que eles roíam era o corpo, mas como não havia uma completa separação do corpo e do perispírito, ele tinha uma impressão quase física do que estava acontecendo. Era uma ilusão, não uma realidade, embora o sentimento parecesse real. Neste caso não podemos dizer que o que ele sentia era uma reminiscência, conclui Kardec, porquanto ele não fora em vida, roído pelos vermes: havia o sentimento de um fato da atualidade. Isto nos favorece uma gama de ensinamentos muito importantes, se observarmos atentamente os fatos.
Sobre os Espíritos superiores, o Codificador nos informa que eles não sentem nenhuma
influência da matéria. Não sentindo dor ou qualquer sentimento originado por este
elemento. O som dos nossos instrumentos, o perfume das nossas flores nenhuma impressão
lhes causam. Entretanto, eles experimentam sensações íntimas, de um encanto indefinível,
das quais idéia alguma podemos formar, porque a esse respeito, somos quais cegos
de nascença diante da luz.
Quando Kardec afirma que os Espíritos são inacessíveis às impressões da matéria que
conhecemos, se refere aos Espíritos muito elevados, cujo envoltório etéreo não encontra
analogia neste mundo. Quanto aos mais atrasados, cujo perispírito é mais denso,
percebem os sons, os odores, etc., porém, apenas por uma parte limitada de suas
individualidades, conforme quando encarnados.
Esta teoria pode trazer alguma frustração para aqueles que pensavam que o sofrimento e
as dores terminariam com a destruição do corpo físico, mas notamos que ela é bem lógica
e expressa a justiça do Criador, na medida em que vincula o sofrer do Espírito à maneira
vivida por ele, quando encarnado. Se procuramos na vida terrena somente a satisfação
dos gozos materiais, vamos encontrar um sofrimento a posteriori. Todavia, se a vida para
os valores do Espírito imortal, é a nossa busca, seremos tranqüilamente bem-aventurados,
pois atingiremos aquele estado em que Jesus disse: Bem aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.
Podemos concluir, então, que pode haver sofrimento por parte do Espírito no plano espiritual, mas este sofrimento será sempre menor à medida que nos elevarmos moralmente.
Meditemos portanto nas palavras daquele que é o “Mestre dos mestres, o Sábio dos
sábios”:
“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os
ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde os ladrões não minam nem
roubam.” (Mateus, 6: 19 e 20)
Entendimento do Tema


 PERCEPÇÕES, SENSAÇÕES E SOFRIMENTOS DOS ESPÍRITOS


PERCEPÇÕES E SENSAÇÕES: Percepção é a faculdade que os Espíritos têm de perceber
o mundo à sua volta, faculdade essa que nos Espíritos desencarnados é muito mais acurada
do que nos encarnados. Isto ocorre em função da matéria compacta que representa
verdadeiro entrave para a livre manifestação das suas faculdades; livres da matéria, a
inteligência e demais potencialidades se revelam em toda a sua plenitude. Porém, a maior
ou menor expressão de tais atributos está diretamente relacionada ao grau evolutivo de
cada um, ou seja: quanto mais se aproximam da perfeição, maior é a percepção que os
Espíritos têm da realidade que os cerca.
Assim, Espíritos ainda inferiores são mais ou menos ignorantes acerca de tudo; isto
significa que enquanto os Espíritos superiores conhecem, em grande extensão, o princípio
das coisas, os inferiores não sabem mais do que sabem os homens de igual condição
evolutiva.
PERCEPÇÃO EXTERIOR: Com relação à percepção Exterior, os Espíritos vêem por si
mesmos não necessitando de luz externa. Aqueles que são bons livraram-se das trevas,
que são peculiares apenas aos que passam por grandes expiações. Desfrutam da
faculdade de ver, a qual reside em todo seu ser, assim como a luz que se encontra em
todas as partes de um corpo luminoso. Trata-se de uma espécie de lucidez que se
estende a tudo e para a qual não há trevas; ela abrange o espaço, o tempo, as coisas,
e é por isso que a visão do Espírito independe de luz exterior.
Outra particularidade inerente aos Espíritos elevados, é que podem ver em dois lugares
simultaneamente, uma vez que transportam-se com a velocidade do pensamento; os
que são mais elevados irradiam seus pensamentos em várias direções ao mesmo tempo.
PERCEPÇÃO DO TEMPO: Os Espíritos vivem fora do tempo tal como é concebido no
plano físico, pois a medida temporal praticamente deixa de existir para eles; enquanto
para os encarnados os séculos são longos, para os desencarnados não passam de
instantes que se diluem na eternidade.
CONHECIMENTO DO PASSADO E DO FUTURO: O conhecimento do passado e do
futuro é muito relativo para os Espíritos. Quanto mais evoluídos, mais noções têm do
passado, e pressentem com maior nitidez o futuro. Quase sempre, nada mais fazem do
que entrevê-lo, "mas nem sempre têm a permissão de o revelar"; quando o vêem, ele
lhes parece presente (LE, perg. 243). Contudo, nenhum Espírito de ordem elevada tem
completo conhecimento do futuro, pois este somente pertence a Deus.
PERCEPÇÃO DA MÚSICA E DAS BELEZAS NATURAIS: Os Espíritos desencarnados,
por terem as percepções mais afloradas, têm suas qualidades sensitivas mais
desenvolvidas; portanto, são mais sensíveis à música principalmente à música celeste,
muito mais perfeita do que a do mundo material. A mesma sensibilidde se revela também
no que diz respeito às belezas naturais dos diferentes mundos espirituais. Embora
tais belezas seja tão diversas que estamos longe de as conhecer, os Espíritos são sensíveis
a elas, segundo as suas aptidões para as apreciar e compreender (LE, perg. 252).
INTUIÇÃO DE DEUS: Respondendo a uma pergunta sobre os Espíritos vêem a Deus
(LE, perg. 244), os benfeitores espirituais afirmaram que somente Espíritos superiores
o vêem e compreendem, enquanto os menos evoluídos sentem-no intuitivamente.
É assim que ele (Espírito inferior) não vê a Deus, mas sente a sua soberania, e quando
uma coisa não deve ser feita ou uma palavra não deve ser dita, ele o sente como uma
intuição, uma advertência invisível que o inibe de fazê-lo (LE, perg. 244a).
SOFRIMENTOS DOS ESPÍRITOS: Os Espíritos conhecem os sofrimentos, porque
passaram por eles na existência corpórea, mas quando desencarnados não os
experimentam materialmente como sucede nos encarnados. Não sentem a sensação
de fadiga, e quando a sentem é tão somente resultado de sua pouca evolução moral.
Desde modo, não precisam de descanso corporal, pois não são dotados de órgãos cujas
forças devam ser reparadas. O Espírito repousa no sentido de não estar em constante
atividade.
A espécie de fadiga que os Espíritos podem provar está razão da sua inferioridade, pois
quanto mais se elevam, de menos repouso necessitam (LE, perg. 254). De modo geral
os Espíritos, quando desencarnados, gozam de percepções e sensações diferentes
daquelas que tiveram quando encarnados, tudo dependendo da elevação moral que
tenham atingido.
C - DIFERENTES ESTADOS DA ALMA NA ERRATICIDADE
Muitos pensam que Espíritos errantes são aqueles que cometeram erros, quando na
realidade são os Espíritos que estão em diferentes moradas, embora não estejam nem
localizadas, nem circunscritas, independentemente de erros que eventualmente tenham
ou não cometido. Os Benfeitores espirituais ensinam que A casa do Pai é o Universo;
as diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito, e oferecem
aos Espíritos desencarnados moradas apropriadas ao seu adiantamento.
Independentemente da diversidade dos mundos, pode-se também definir a palavra
"morada" usada por Jesus, como sendo o estado de felicidade ou infelicidade que o
Espírito desfruta na erraticidade. Assim, aqueles Espíritos que na existência corpórea
tiveram demasiado apego às coisas materiais, não conseguem se desprender totalmente
dos valores terrenos. Este apego faz com que não se libertem facilmente dos
convencionalismos terrenos, deixando de percorrer o espaço infinito em busca de maior
esclarecimento, preferindo pelo contrário, manterem-se jungidos às coisas transitórias
do mundo corporal.
Assim, enquanto os Espíritos mais inferiores erram nas trevas, os felizes desfrutam de
uma luz resplandescente e do sublime espetáculo do infinito. Em "O Céu e o Inferno",
uma das obras básicas da Codificação Espírita, Allan Kardec através da manifestação
de Espíritos de várias categorias, propicia o seguinte quadro bastante nítido das alegrias
ou das penúrias que os Espíritos experimentam quando na Erraticidade, segundo o
modo de vida que tiveram quando encarnados.
ESPÍRITOS FELIZES: Pessoas que foram íntegras e bondosas, que jamais cometeram
uma ação má, e que sofreram enfermidades ou experimentaram rudes provações,
jamais lhes faltando coragem nas adversidades, entram no mundo espiritual desfrutando
de indescritível felicidade. A separação do invólucro físico se assemelha a um sonho,
sem sentirem qualquer sensação de dor. Alguns Espíritos descrevem que passam
a perceber brilhante luz, tendo a impressão de saírem de uma atmosfera constrangedora
para sentirem indizível bem-estar.
ESPÍRITOS EM CONDIÇÃO INTERMEDIÁRIA: O mesmo não acontece com aqueles
que na vida terrena foram considerados pessoas de boa índole, que não praticaram o mal,
mas também não fizeram o bem, incapazes de qualquer sacrifício para minorar um
sofrimento alheio, esquivando-se de qualquer ato de caridade. Para estes, o fenômeno
da morte se torna mais penoso, prolongado, e a sensação que experimentam ao adentrarem
o mundo invisível não é tão alentadora.
ESPÍRITOS SOFREDORES: Um quadro bem diverso apresenta um Espírito que na
existência física foi orgulhoso, que jamais preocupou-se com o aprimoramento de suas
qualidades morais e espirituais, e muito menos condoeu-se dos sofrimentos alheios.
O estado de alma desse Espírito na erraticidade é assaz doloroso, pois sua consciência
acusa-o constantemente, aumentando ainda mais seus sofrimentos morais. Tal Espírito
tem a sensação de que seus sofrimentos são eternos, não entrevendo sequer um termo
(fim) para suas dores.
Espíritos que adentraram o mundo espiritual pela porta enganosa do suicídio vivem
verdadeiros martírios; o seu estado de alma é dos mais deploráveis, pois, muitas vezes,
experimentam a sensação de estarem ligados aos seus antigos invólucros físicos. Não
menos agudo é o sofrimento dos Espíritos endurecidos que, pelo orgulho, não
se arrependem do mal praticado. São Espíritos insubmissos que se revoltam contra
a justiça divina, hesitando em se submeterem à vontade soberana do Criador. Por isso
vivem num estado trevoso e de revolta interior, refratários ao benefício balsâmico do perdão.
Tais Espíritos também têm a sensação de viverem em eterno sofrimento e somente novas
e difíceis reencaranções os aproximarão mais do caminho do bem.
          




Vibrações
Senhor ilumina todos os lares, hospitais, Hospícios, cadeias e todo Universo de
necessitados.
Pai celestial, que habitais o meu interior, impregna com a Tua Luz vital cada célula de meu
corpo, expulsando todos os males, pois estes não fazem parte de meu ser. Na minha
verdadeira realidade, como filho de Deus perfeito que sou, não existe doença; por isso
que se afaste de mim todo o mal, todos os bacilos, micróbios, vírus, bactérias e vermes
nocivos, para que a perfeição se expresse no meu corpo, que é templo de Divindade.
Pai teu Divino filho Jesus disse: pedi e recebereis, porque todo aquele que pede recebe,
portanto, tenho absoluta certeza de que a minha oração da cura já é a própria cura.
Para mim agora, só existe esta verdade: a cura total. Mesmo que a imagem do mal
permaneça por algum tempo no meu corpo, só existe em mim agora a imagem mental
da cura e a verdade da minha saúde perfeita.
Todas as energias curadoras existentes em mim estão atuando intensamente, como um
exército poderoso e irresistível, visando os inimigos, fortalecendo as posições enfraquecidas,
reconstruindo as partes demolidas, regenerando todo o meu corpo.
Sei que é o poder de Deus agindo em mim e realizando o milagre maravilhoso da cura
perfeita.
Esta é a minha verdade mental. Esta portanto é a verdade do meu corpo.
Agradeço-te, oh! pai, porque Tu ouvistes a minha oração.
Dou-te graças, com toda alegria e com todas as forças interiores porque tua vontade de
perfeição e saúde aconteceram em mim, em resposta ao meu pedido.
Assim é e assim será.
Um fraternal abraço, e a nossa vibração com a certeza de que a Paz se fará em seu mundo
íntimo.
Prece de Encerramento
Mestre Sublime Jesus
Fazei com que entendamos a vossa vontade e nunca a nossa, entregando-nos às vossas
mãos fortes para conduzir-nos;
Permite que possamos desincumbir-nos dos deveres que nos cabem, mas, não
conforme os nossos desejos;
Lançai Vosso olhar sobre nós, a fim de que tenhamos a claridade da Vossa ternura, e não
as sombras da nossa ignorância;
Abençoai os nossos propósitos de servir-Vos, quando somente nos temos preocupado em
utilizar de Vosso santo nome para servir-nos;
Envolvei-nos na santificação dos Vossos projetos, de forma que sejamos Vós em nós,
porquanto ainda não temos condição de estar em Vós;
Dominai os nossos anseios de poder e de prazer, auxiliando-nos na conquista real da
renúncia e da abnegação;
Ajudai-nos na compreensão de vossos labores, amparando-nos em nossas
dificuldades e socorrendo-nos quando mergulhados na argamassa celular;
Facultai-nos a dádiva de Vossa paz, de modo que a distribuamos por onde quer que
nos encontremos e todos a identifiquem, compreendendo que somos Vossos servidores
dedicados......e porque a morte restituiu-nos a vida gloriosa para continuarmos a trajetória
de iluminação, favorecei-nos com a sabedoria para o êxito da viagem de ascensão, mesmo
que tenhamos que mergulhar muitas vezes nas sombras da matéria, conduzindo porém,
a bússola do Vosso afável coração apontando-nos o rumo.
Senhor!
Intercedei, junto ao Pai Todo Amor, por Vossos irmãos da retaguarda, que somos quase
todos nós, os trânsfugas do dever.
Oração do Santo de Assis trazida no livro
Divaldo Pereira Franco pelo Espírito de Manoel Philomeno de Miranda.
Acessem nosso Blog - http://santoandreevangelhodolar.blogspot.com/ ,
Lá encontrarão os temas já divulgados e toda a programação para Fevereiro de 2.013.
Momento da Fluidificação das águas (bênçãos).
Santo André Expansão Evangelizadora do Lar
Brasil e Portugal, para: A Europa e o Mundo.
Por uma Humanidade mais Cristã!
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