Evangelho do Lar dia 8/Abril/2013




Grupo  S.André Expansão Santo André Expansão Evangelizadora do Lar

Evangelho do Lar dia 8/Abril/2013
Capítulo 5 – BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS

Item I – Instruções dos Espíritos  – O Mal E O Remédio

Estimadas irmãs e irmãos em Cristo.
Diariamente temos novos elementos em nosso grupo, por isso, esclarecemos que se você não desejar receber mais nossas mensagens, pedimos o favor de nos informar através do @ que a recebeu, respeitaremos a manifestação de vossos sentimentos e os respeitaremos promovendo a exclusão se seu e-mail de nossa lista.

Nota ; Amigos visto estar a substituir nosso Irmão Ananias, tomarei caminho de
Evangelho por outro ângulo e depois ele retornará a dar sequência a seu trabalho.

Prece Inicial

Senhor,
Fazei-me perceber que o trabalho do bem me aguarda em toda parte.
Não me consistas perder tempo através de indagações inúteis.
Lembra-me por misericórdia, que estou no caminho da evolução, com os meus  semelhantes, não para concertá-los e sim para atender a minha própria melhoria.
Induza-me a respeitar os direitos alheios, afim de que os meus sejam preservados.
Dê-me consciência do lugar que me compete, para que não esteja a exigir da vida aquilo que não me pertence.
Não me permita sonhar com realizações incompatíveis com os meus recursos,
entretanto por acréscimo de bondade fortaleça-me para execução das pequeninas tarefas ao meu alcance.
Apaga-me os melindres pessoais, de modo que não me transforme em estorvo diante dos irmãos aos quais devo convivência e cooperação.
Auxilia-me a reconhecer que cansaço e dificuldade não pode converter-me em pessoa intratável mas mostra-me por piedade quanto posso fazer nas obras usando paciência e coragem acima de quaisquer provações que me atinjam a existência.
Concede-me forças para irradiar a paz e o amor que nos ensinastes, e sobre tudo Senhor, perdoa as minhas fragilidades e sustenta a minha fé para que eu possa estar sempre em ti, servindo aos outros.

Com Jesus

. Leitura do Evangelho segundo Espiritismo


SANTOAGOSTINHO
Paris, 1863
19 – Vossa terra é por acaso um lugar de alegrias, um paraíso de delicias? A voz do profeta não soa ainda aos vossos ouvidos? Não clamou ele que haveria choro e ranger de dentes para os que nascessem neste vale de dores? Vós que nele viestes viver, esperai portanto lágrimas ardentes e penas amargas, e quanto mais agudas e profundas forem as vossas dores, voltai os olhos ao céu e bendizei ao Senhor, por vos ter querido provar! Oh, homens! Não reconhecereis o poder de vosso Senhor, senão quando ele curar as chagas de vosso corpo e encher os vossos dias de beatitude e de alegria? Não reconhecereis o seu amor, senão quando ele adornar vosso corpo com todas as glórias, e lhe der o seu brilho e o seu alvor? Imitai aquele que vos foi dado para exemplo. Chegado ao último degrau da abjeção e da miséria, estendido sobre um monturo, ele clamou a Deus: "Senhor! Conheci todas as alegrias da opulência, e vós me reduzistes a mais profunda miséria! Graças, graças, meu Deus, por tendes querido provar o vosso servo"! Até quando os vossos olhos só alcançarão os horizontes marcados pela morte? Quando, enfim, vossa alma quererá lançar-se além dos limites do túmulo? Mas ainda que tivésseis de sofrer uma vida inteira, que seria isso, ao lado da eternidade de glória reservada àquele que houver suportado a prova com fé, amor e resignação? Procurai, pois, a consolação para os vossos males no futuro que Deus vos prepara, e vós, os que mais sofreis, julgar-vos-eis os bem-aventurados da Terra.
Com desencarnados, quando vagáveis no espaço, escolhestes as vossas prova, porque vos consideráveis bastantes fortes para suportá-la. Por que murmurais agora? Vós que pedistes a fortuna e a glória, o fizestes para sustentar a luta com a tentação e vencê-la. Vós, que pedistes para lutar de alma e corpo contra o mal moral e físico; sabíeis que quanto mais forte fosse a prova, mais gloriosa seria a vitória, e que, se saísseis triunfantes, mesmo que vossa carne fosse lançada sobre um monturo, na ocasião da morte, ela deixaria escapar uma alma esplendente de alvura, purificada pelo batismo da expiação e do sofrimento.
Que remédios, pois, poderíamos dar aos que foram atingidos por obsessões cruéis e males pungentes? Um só é infalível: a fé, voltar os olhos para o céu. Se, no auge de vossos mais cruéis sofrimentos, cantardes em louvor ao Senhor, o anjo de vossa guarda vos mostrará o símbolo da salvação e o lugar que devereis ocupar um dia. A fé é o remédio certo para o sofrimento. Ela aponta sempre os horizontes do infinito, ante os quais se esvaem os poucos dias de sombras do presente. Não mais nos pergunteis, portanto, qual o remédio que curará tal úlcera ou tal chaga, esta tentação ou aquela prova. Lembrai-vos de que aquele que crê se fortalece com o remédio da fé, e aquele que duvida um segundo da sua eficácia é punido, na mesma hora, porque sente imediatamente as angústias pungentes da aflição.
O Senhor pôs o seu selo em todos os que crêem nele. Cristo vos disse que a fé transporta montanhas. Eu vos digo que aquele que sofre e que tiver a fé como apoio, será colocado sob a sua proteção e não sofrerá mais. Os momentos mais dolorosos serão para ele como as primeiras notas de alegria da eternidade. Sua alma se desprenderá de tal maneira de seu corpo, que, enquanto este se torcer em convulsões, ela pairará nas regiões celestes, cantando com os anjos os hinos de reconhecimento e de glória ao Senhor.
Felizes os que sofrem e choram! Que suas almas se alegrem, porque serão atendidas por Deus.
Explicação
Doloroso remédio

Uma casa miserável, num lugar onde quase todas são assim, no meio do sofrimento económico-social intenso, e no meio destes, também, o sofrimento moral.
Nossa equipe adentrou aquela casa para visitar um bebê de quatro meses. Lá, a mãe encontrava-se num estado de desequilíbrio emocional intenso, simplesmente porque o bebê havia engasgado. É pessoa, a mãe, portadora de doença psiquiátrica grave, e o juiz da Vara da Família já lhe tinha retirado quatro filhos anteriores, ficamos sabendo. O pai, de comportamento difícil, agressivo, violento e usuário de drogas.
Naquele dia, ao fazermos a visita, o pai estava lúcido e é ele que está cuidando do filho, porque a mãe realmente não tem condição emocional alguma para isso. O pai queixou-se de que não pode se ausentar de casa por nenhum instante desde que o bebê saiu da internação hospitalar, porque simplesmente ela entra em desespero, não sabe o que fazer com a criança.
Ela repetia mesmo: "Eu não sei cuidar, não consigo", completamente em desequilíbrio.
O bebê, com microcefalia, ou seja, cabeça muito pequena, epitético, usava sonda Naso gástrica, porque, aos quatro meses, ainda não aprendeu a sugar.
A despeito de todas essas dificuldades, quando olhamos, verificamos o olhar. Que olhos lindos, cheios de vida, ainda não comprometidos em sua expressão, demonstrando lucidez no olhar, apesar da microcefalia e da epilepsia! Os cílios, magníficos, enormes, sobressaindo, mais altos do que as sobrancelhas!
Naquela família... chances de sobrevivência difíceis, chance de recuperação mais difícil ainda. Ouvimos que o juiz tinha ficado na dúvida se punha a criança numa Casa Abrigo ou se a deixaria com a família. Optou pela segunda situação. Até quando, não sabemos.
Um leigo teria problemas para entender tais coisas. Ao vermos tudo aquilo, pensamos, porém, na justiça da reencarnação. Uma escolha do Espírito? Uma imposição? Uma necessidade?, pois nada ocorre por acaso.
Na questão 132 de "O Livro dos Espíritos", vemos a resposta dada por eles a Kardec, de que a encarnação é-nos dada com a finalidade de alcançarmos a perfeição. Para uns, é expiação, para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm os indivíduos de sofrer todas as vicissitudes da existência corporal.
Na questão 133-a, ensinam que as aflições da vida são, muitas vezes, a consequência da imperfeição do Espírito. Quanto menos imperfeições, tanto menos tormentos.
Na questão 258, comentam que é o próprio Espírito que escolhe o gênero de provas por que há de passar, e nisso consiste o seu livre-arbítrio. Dando ao Espírito a liberdade de escolha, Deus lhe deixa a responsabilidade de seus atos e suas consequências.
Na questão 264, dizem que o Espírito escolhe, de acordo com a natureza de suas faltas, as que o levem à expiação destas e a progredir mais depressa. Uns impõem a si mesmos uma vida de misérias e privações, objetivando suportá-las com coragem; outros preferem experimentar as tentações da riqueza e do poder, muito mais perigosas, pelos abusos e má aplicação a que podem dar lugar, pelas paixões inferiores que uma e outro desenvolvem; muitos, finalmente, se decidem a experimentar suas forças nas lutas que terão que sustentar no contato com o vício.
Em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo V, na comunicação "O Mal e o Remédio", Santo Agostinho comenta: "No estado de desencarnados, quando planáveis no espaço, escolhestes vossa prova porque vos acreditastes bastante fortes para suportá-la; por que reclamar nessa hora? ... Vós que pedistes lutar de corpo e alma contra o mal moral e físico, é porque sabíeis que quanto mais a prova seria dura, tanto mais a vitória seria gloriosa, e que se dela saísseis triunfantes, devesse vossa carne ser lançada sobre um monturo, em sua morte, ela deixaria escapar uma alma brilhante de brancura e tornada pura pelo batismo da expiação e do sofrimento..."
Delfine de Girardin, nesse mesmo capítulo, em "A Infelicidade Real", comenta que "a infelicidade é a alegria, é o prazer, é a fama, é a agitação vã, é a louca satisfação da vaidade, que fazem calar a consciência, que comprimem a ação do pensamento, que atordoam o homem sobre seu futuro; a infelicidade é o ópio do esquecimento que reclamais ardentemente... Que o Espiritismo vos esclareça, pois, e recoloque em sua verdadeira luz a verdade e o erro, tão estranhamente desfigurados pela vossa cegueira!"
O Espiritismo nos esclarece, sim, a entendermos casos como o dessa família que aqui colocamos.
Tranquilizemos os nossos pensamentos ante as dores e sofrimentos inenarráveis do mundo,  deixemos a compaixão nos atingir e olhemos o nosso próximo com o sentimento com que gostaríamos que nos olhassem perguntando a nós mesmos: O que Deus gostaria que fizéssemos para diminuirmos essa dor, esse sofrimento? O que está em nosso alcance fazer para que sejamos um bálsamo a diminuir a amargura, a dor, um remédio para consolar as aflições?
Tal pensamento desperta a generosidade. A compaixão faz esse sentimento vir à tona e a ação no bem é um dever para aquele que tem a consciência lúcida. Façamos, pois, o que pudermos para auxiliar com amor aqueles que padecem.
 Como os Espíritos que contribuíram para a codificação do Espiritismo definem a moral? 
R.: A moral é, no dizer dos Espíritos, a regra de bem proceder, isto é, de distinguir o bem do mal, e se funda na observância da lei de Deus. O homem procede bem quando tudo faz pelo bem de todos, porque então estará cumprindo a lei estabelecida pelo Criador.
2. A que fator, na visão espírita, o progresso moral se liga intimamente?
R.: Segundo os Espíritos superiores, a moralidade se fundamenta no progresso espiritual da criatura humana e é adquirida paulatinamente, através das diversas experiências reencarnatórias. Sua observância tem por base o conhecimento e a prática da lei natural, de tal forma que o progresso moral se liga intimamente à prática do bem.
3. Que é, segundo a doutrina espírita, um ser moral
R.: O homem que conhece e pratica a lei de Deus é um ser moral – um ser que se não prende às superficialidades das convenções e dos modismos da chamada sociedade ou civilização moderna.
4. Que significa fazer o bem?
R.: Fazer o bem é agir conforme a lei divina, é proceder conforme a lei natural. Fazer o mal é infringir essa mesma lei, é agir exatamente de modo contrário.
5. Que é o mal?
R.: O mal não tem existência real. Não há o mal absoluto no Universo, mas sim, em toda parte, a realização vagarosa e progressiva de um ideal superior. No cosmo, não existem eleitos e réprobos, mas indivíduos que sofrem todas as conseqüências de seus atos, e reparam, resgatam e, cedo ou tarde, regeneram-se para evolverem desde os mundos obscuros e materiais até à luz divina.
Bibliografia:
O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, itens 629, 630 e 637.
A Gênese, 
de Allan Kardec, cap. III, itens 3, 6 e 7. 
O problema do ser, do destino e da dor, 
de Léon Denis, págs. 293 e 294. Estudos Espíritas, de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo P. Franco, págs. 163 e 164.
Vibrações

Senhor ilumina todos os lares, hospitais, Hospícios, cadeias e todo Universo de
necessitados encarnados e desencarnados.

Se eu pudesse, Jesus,
Queria estar contigo
Para ser a esperança realizada
De quem vai pelo mundo, estrada a estrada,
Entre a necessidade e o desabrigo...

Desejava seguir-te, humildemente,
Sem méritos embora,
Para erguer-me em consolo de quem chora
Mostrando o coração enfermo e descontente.

Queria acompanhar-te nos recintos,
Onde a dor leciona e aperfeiçoa
A fim de ser conforto junto dela
E, manejando a frase terna e boa
Afirmar como a vida é grande e bela!...

Se pudesse, Senhor,
conversaria com todas as crianças
Para dizer que não te cansas de criar alegria...
E seria feliz ao converter-me em modesto recado,
Informando, Jesus, a todos os velhinhos
Que nunca estão sozinhos, porque segues
connosco, lado a lado...
Se dispusesse de recursos, queria ser a vela
pequenina, acesa no clarão do sol que levas,
de modo a socorrer aos que jazem nas trevas,
Fugindo sem razão, da bondade Divina...
Entretanto, Senhor, sei das deficiências
que carrego... Venho a ti como estou,

por isto mesmo rogo:
Não me deixes a sós por onde vou...
Se não posso, Jesus, ser bondade, socorro,

paz e luz, Toma-me o coração e,
perdoando a minha imperfeição,
Esquece tudo o que meu sonho almeja e ensina-me Senhor,
Com o teu imenso amor, o que queres que eu seja.

Chico Xavier - Maria Dolores

Um fraternal abraço, e a nossa vibração com a certeza de que a Paz se fará em seu mundo íntimo.

Prece de Encerramento

Mestre Sublime Jesus

Fazei com que entendamos a vossa vontade e nunca a nossa, entregando-nos às vossas mãos fortes para conduzir-nos;
Permite que possamos desincumbir-nos dos deveres que nos cabem, mas, não conforme os nossos desejos;
Lançai Vosso olhar sobre nós, a fim de que tenhamos a claridade da Vossa ternura, e não as sombras da nossa ignorância;
Abençoai os nossos propósitos de servir-Vos, quando somente nos temos preocupado em utilizar de Vosso santo nome para servir-nos;
Envolvei-nos na santificação dos Vossos projetos, de forma que sejamos Vós em nós, porquanto ainda não temos condição de estar em Vós;
Dominai os nossos anseios de poder e de prazer, auxiliando-nos na conquista real da renúncia e da abnegação;
Ajudai-nos na compreensão de vossos labores, amparando-nos em nossas dificuldades e socorrendo-nos quando mergulhados na argamassa celular;
Facultai-nos a dádiva de Vossa paz, de modo que a distribuamos por onde quer que nos encontremos e todos a identifiquem, compreendendo que somos Vossos servidores dedicados…. e porque a morte restituiu-nos a vida gloriosa para continuarmos a trajetória de iluminação, favorecei-nos com a sabedoria para o êxito da viagem de ascensão, mesmo que tenhamos que mergulhar muitas vezes nas sombras da matéria, conduzindo porém, a bússola do Vosso afável coração apontando-nos o rumo.
Senhor!
Intercedei, junto ao Pai Todo Amor, por Vossos irmãos da retaguarda, que somos quase todos nós, os trânsfugas do dever.

Oração do Santo de Assis trazida no livro

Divaldo Pereira Franco pelo Espírito de Manoel Philomeno de Miranda.

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