2013/11/20

Capítulo 16 –Salvação dos Ricos





Santo André Expansão Evangelizadora do Lar
Capítulo 16 –Salvação dos Ricos
Evangelho no Lar para 25/11/ 2013 com início às 21 horas
Estimadas irmãs e irmãos em Cristo.
Diariamente temos novos elementos em nosso grupo, por isso, esclarecemos que se você não desejar receber mais nossas mensagens, pedimos o favor de nos informar através do @ que a recebeu, respeitaremos a manifestação de vossos sentimentos e os respeitaremos promovendo a exclusão se seu e-mail de nossa lista.
Nota ; Amigos visto estar a substituir nosso Irmão Ananias, tomarei caminho de Evangelho por outro angulo e depois ele retornará a dar sequência a seu trabalho.
Prece Inicial
Senhor, ensina-nos:
A orar sem esquecer o trabalho;
a dar sem olhar a quem;
a servir sem perguntar até quando;
a sofrer sem magoar seja a quem for;
a progredir sem perder a simplicidade;
a semear o bem sem pensar nos resultados;
a desculpar sem condições;
a marchar para frente sem contar os obstáculos;
a ver sem malícia;
a escutar sem corromper os assuntos;
a falar sem ferir;
a compreender o próximo sem exigir entendimento;
a respeitar os semelhantes, sem reclamar consideração;
a dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxa de reconhecimento.
Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas dificuldades.
Ajuda-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente, aquela de cumprir-te os desígnios onde e como queiras, hoje agora e sempre.
Amem em Jesus
Emmanuel
3. Leitura do Evangelho

Salvação dos Ricos

1 – Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque ou há de aborrecer um e amar ao outro, ou há de entregar-se a um e não fazer caso do outro; vós não podeis servir a Deus e às riquezas. (Lucas, XVI: 13).
           2 – E eis que, chegando-se a ele um, lhe disse: Bom Mestre, que obras boas devo eu fazer, para alcançar a vida eterna? Jesus lhe respondeu: Por que me chamas bom? Bom só Deus o é. Porém, se tu queres entrar na vida, guarda os mandamentos. Ele lhe perguntou: Quais? E Jesus lhe disse: Não cometerás homicídio; não adulterarás; não cometerás furto; não dirás falso testemunho; Honra a teu pai e a tua mãe, e ama o teu próximo como a ti mesmo. O mancebo lhe disse: Eu tenho guardado tudo isso desde a minha mocidade; que é que me falta ainda? Jesus lhe respondeu: Quer-se ser perfeito, vai, vende o que tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; depois vem e segue-me. O mancebo, porém, como ouviu esta palavra, retirou-se triste; porque tinha muitos bens. E Jesus disse aos seus discípulos: Em verdade vos digo que um rico dificultosamente entrará no Reino dos Céus. Ainda vos digo mais: que mais fácil é passar um camelo(1) pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no Reino dos Céus. (Mateus, XIX: 16-24 – Lucas, XVII: 18-25 – Marcos, X: 17-25).





(1) Esta figura audaciosa pode parecer um pouco forçada, porque lhe deram esta última acepção. É provável que no pensamento de Jesus estivesse a primeira, pois não se percebe a relação entre um camelo e uma agulha. É que, em hebreu, a mesma palavra se emprega para designar “cabo” e “camelo”. A tradução com a primeira acepção seria pelo menos mais natural.

Entendimento do Tema

SALVAÇÃO DOS RICOS

A riqueza, em si mesma, não é um mal; pelo contrário, pode ser uma bênção. Considerando-se os povos, basta-nos observar a situação dos países pobres em relação aos países ricos. É interessante observar que os países pobres mal cuidam de si mesmos e não têm como interferir nos assuntos alheios. Inversamente, alguns paises ricos interferem nos assuntos dos outros, face aos interesses econômicos e políticos; em razão disso (imperialismo), ocorreram, no passado, as guerras de conquistas territoriais. O continente africano, por exemplo, foi retalhado em colônias; mais recentemente tivemos as ingerências e conseqüentes guerras da Coréia, Vietinan e, atualmente, a invasão e ocupação do Iraque e daí temos o caos reinante... Tudo isso é o aspecto material, importa-nos o moral e espiritual.
Temos um trinômio: trabalho, progresso e riqueza. Numa seqüência, um leva ao outro e importa considerarmos o indivíduo inserido neste contexto.
Primeiro, o trabalho - lei natural - não é apenas imposto ao homem. "É uma conseqüência da sua natureza corporal; é uma expiação e, ao mesmo tempo, um meio de aperfeiçoar sua inteligência. Sem o trabalho, o homem permaneceria na infância da inteligência. Por isso, ele não deve seu sustento, sua segurança e seu bem estar senão ao seu trabalho e a sua atividade." (...) (1)
Segundo, o progresso - lei natural - é o resultado do trabalho, pois o homem, a rigor, não fica na inércia, consoante o movimento molecular constante em todos os corpos da natureza. "(...) O homem se desenvolve, ele mesmo, naturalmente, mas nem todos progridem ao mesmo tempo e da mesma forma; é então que os mais avançados ajudam o progresso dos outros, pelo contato social." (2)
Terceiro, a riqueza, que normalmente é a conseqüência do trabalho e do progresso, pelas considerações iniciais, é uma bênção, porquanto, evidentemente, não fomos criados para a penúria e o sofrimento, estas são o resultado do que merecemos e podemos afirmar que ninguém está no lugar errado; ao contrário, está no lugar merecido, isto é, numa das posições sociais que merecemos ocupar.
Existem dois tipos de riqueza: de berço é aquela que o indivíduo a possui por sucessão legítima ou testamentária e de conquista, em que o indivíduo a conquistou pelo trabalho honesto ou desonesto...
"A desigualdade das riquezas não tem sua fonte na desigualdade das faculdades que dá a uns maiores meios de aquisição que a outros? Sim e não; e a velhacaria e o roubo, que dizes deles?" (...) (3)
A riqueza se traduz na propriedade de bens móveis e imóveis, enfim, tudo quanto é capaz de satisfazer às necessidades humanas; porém, somos meros depositários dos bens materiais e de nada adianta o cofre cheio e o coração vazio, visto que a verdadeira propriedade é composta pelos bens morais ou espirituais que levaremos conosco, quando partirmos para outra dimensão da vida.
O direito de propriedade - causa de dissidências sociais, políticas e econômicas - é, contudo, desde que adquirido pelo trabalho honesto, legítimo e "(...) um direito natural tão sagrado como o de trabalhar e de viver." (4)
Acrescenta-se ao direito de propriedade o seguinte:
"(...) Não há propriedade legítima, senão aquela que foi adquirida sem prejuízo para outrem." (5)
O nosso mundo, ainda, é de provas e expiações. As provas, excluindo-se as reencarnações compulsórias, nós as escolhemos objetivando o nosso progresso e, muitas vezes, a nossa escolha se torna inábil, consoante a recaída nas mesmas faltas. Parece-nos que o que mais ressalta na escolha, são as provas da riqueza e da pobreza, duas situações diametralmente opostas: daí a maior extensão do erro...
"(...) Há ricos e pobres porque Deus, sendo justo, cada um deve trabalhar a seu turno; a pobreza é para uns a prova da paciência e da resignação; a riqueza é para outros a prova da caridade e da abnegação." (6)
Continuando com a escolha das provas, parece-nos, a priori, que a escolha da riqueza seria a melhor, porquanto vislumbramos somente o aspecto material em que nos sentimos plenamente realizados, segundo o adágio popular: "o dinheiro resolve tudo"; porém, ela é igualada à prova da pobreza, pelo seguinte:
"Qual das duas provas é a mais terrível para o homem, a da infelicidade ou da fortuna?Tanto uma quanto outra o são. A miséria provoca o murmúrio contra a Providência, e a riqueza leva a todos os excessos." (7)
A parábola do rico e Lázaro (Lucas 16: 19 - 31), magistralmente interpretada pelo nosso Cairbar Schutel, ilustra perfeitamente as provas da riqueza e da pobreza.
"Este rico (...) é o símbolo daqueles que querem tratar da vida do corpo e esquecem da vida da alma. (...) é a personificação daqueles que são escravos do reino do mundo, (...) Lázaro representa os excluídos da sociedade terrena, (...) Os Lázaros não são esses pobres orgulhosos do mundo, que não têm muitas vezes o que comer e o que vestir, mas estão cobertos com a púrpura do orgulho; não é essa gente que não tem dinheiro, mas tem vaidade; não tem palácios, mas tem egoísmo; (...) os pobres, de que Lázaro serviu de símbolo na parábola, são os que sofrem com resignação, (...) (8)
Pelos excertos acima, o rico da parábola fracassou na prova da riqueza e deu mau exemplo aos ricos; ao passo que o pobre (Lázaro) saiu vitorioso da prova da pobreza e serviu de bom exemplo aos pobres que, pelo visto, também podem fracassar como pobres...
Assim, podemos colocar a seguinte proposição em termos dicotômicos:
Temos o "rico-rico", isto é, rico de bens materiais e espirituais e o "rico-pobre", isto é, rico de bens materiais, mas pobre espiritualmente; em contrapartida, temos o "pobre-pobre", isto é, pobre de bens materiais e espirituais e o "pobre-rico", isto é, pobre de bens materiais, mas rico espiritualmente.
Sobre o dinheiro, após vários itens considerados, Bezerra de Menezes terminou a sua mensagem, dizendo:
"(...) Em suma, o dinheiro, associado à consciência tranqüila, alavanca do trabalho e fonte de beneficência, apoio da educação e alicerce da alegria, é uma bênção do Céu que, de modo imediato, nem sempre faz felicidade, mas sempre faz falta." (9)
Pelo exposto, os ricos, que observarem o proposto na presente lição, "estão salvos", desde que, também, tenham em mente o seguinte ensino de Jesus:
"(...) Porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração." (10)
(1) O Livro dos Espíritos, questão 676;
(2) Idem, 779;
(3) Ibidem, questão 808;
(4) Ibidem, questão 882;
(5) Ibidem, questão 884;
(6) O Evangelho Seg. o Espiritismo, Cap. XVI, nº 8;
(7) O Livro dos Espíritos, questão 815;
(8) Parábolas e Ensinos de Jesus, Cairbar Schutel, págs. 105/106, 13ª Ed. O Clarim;
(9) Mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier; e
(10) O Evangelho de Mateus, cap. 6, v. 21.



Vibrações
Senhor ilumina todos os lares, hospitais, Hospícios, cadeias e todo Universo de
necessitados.
Pai celestial, que habitais o meu interior, impregna com a Tua Luz vital cada célula de meu corpo, expulsando todos os males, pois estes não fazem parte de meu ser. Na minha verdadeira realidade, como filho de Deus perfeito que sou, não existe doença; por isso que se afaste de mim todo o mal, todos os bacilos, micróbios, vírus, bactérias e vermes nocivos, para que a perfeição se expresse no meu corpo, que é templo de Divindade.
Pai teu Divino filho Jesus disse: pedi e recebereis, porque todo aquele que pede recebe, portanto, tenho absoluta certeza de que a minha oração da cura já é a própria cura. Para mim agora, só existe esta verdade: a cura total. Mesmo que a imagem do mal permaneça por algum tempo no meu corpo, só existe em mim agora a imagem mental da cura e a verdade da minha saúde perfeita.
Todas as energias curadoras existentes em mim estão atuando intensamente, como um exército poderoso e irresistível, visando os inimigos, fortalecendo as posições enfraquecidas, reconstruindo as partes demolidas, regenerando todo o meu corpo.
Sei que é o poder de Deus agindo em mim e realizando o milagre maravilhoso da cura perfeita.
Esta é a minha verdade mental. Esta portanto é a verdade do meu corpo.
Agradeço-te, oh! pai, porque Tu ouvistes a minha oração.
Dou-te graças, com toda alegria e com todas as forças interiores porque tua vontade de perfeição e saúde aconteceram em mim, em resposta ao meu pedido.
Assim é e assim será.
Um fraternal abraço, e a nossa vibração com a certeza de que a Paz se fará em seu mundo íntimo.
Prece de Encerramento
Mestre Sublime Jesus
Fazei com que entendamos a vossa vontade e nunca a nossa, entregando-nos às vossas mãos fortes para conduzir-nos;
Permite que possamos desincumbir-nos dos deveres que nos cabem, mas, não
conforme os nossos desejos;
Lançai Vosso olhar sobre nós, a fim de que tenhamos a claridade da Vossa ternura, e não as sombras da nossa ignorância;
Abençoai os nossos propósitos de servir-Vos, quando somente nos temos preocupado em utilizar de Vosso santo nome para servir-nos;
Envolvei-nos na santificação dos Vossos projetos, de forma que sejamos Vós em nós, porquanto ainda não temos condição de estar em Vós;
Dominai os nossos anseios de poder e de prazer, auxiliando-nos na conquista real da renúncia e da abnegação;
Ajudai-nos na compreensão de vossos labores, amparando-nos em nossas
dificuldades e socorrendo-nos quando mergulhados na argamassa celular;
Facultai-nos a dádiva de Vossa paz, de modo que a distribuamos por onde quer que nos encontremos e todos a identifiquem, compreendendo que somos Vossos servidores dedicados......e porque a morte restituiu-nos a vida gloriosa para continuarmos a trajetória de iluminação, favorecei-nos com a sabedoria para o êxito da viagem de ascensão, mesmo que tenhamos que mergulhar muitas vezes nas sombras da matéria, conduzindo porém, a bússola do Vosso afável coração apontando-nos o rumo.
Senhor!
Intercedei, junto ao Pai Todo Amor, por Vossos irmãos da retaguarda, que somos quase todos nós, os trânsfugas do dever.
Oração do Santo de Assis trazida no livro
Divaldo Pereira Franco pelo Espírito de Manoel Philomeno de Miranda.
Acessem nosso Blog - http://santoandreevangelhodolar.blogspot.com/ ,
Lá encontrarão os temas já divulgados e toda a programação para Fevereiro de 2.013.
Momento da Fluidificação das águas (bênçãos).
Santo André Expansão Evangelizadora do Lar
Brasil e Portugal, para: A Europa e o Mundo.
Por uma Humanidade mais Cristã!
Rinnovo dell'Anima :
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Ananias Luiz Barreto ananiasbarreto@gmail.com
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