A PARÁBOLA DO FERMENTO




Santo André Expansão Evangelizadora do Lar
Evangelho no Lar para  24/03/ 2014 com início às 21 horas
A PARABÓLA DO FERMENTO
Estimadas irmãs e irmãos em Cristo.
Diariamente temos novos elementos em nosso grupo, por isso, esclarecemos que se você não desejar receber mais nossas mensagens, pedimos o favor de nos informar através do @ que a recebeu, respeitaremos a manifestação de vossos sentimentos e os respeitaremos promovendo a exclusão se seu e-mail de nossa lista.
Nota ; Amigos visto estar a substituir nosso Irmão Ananias, tomarei caminho de Evangelho por outro angulo e depois ele retornará a dar sequência a seu trabalho.
Prece Inicial
Senhor, ensina-nos:
A orar sem esquecer o trabalho;
a dar sem olhar a quem;
a servir sem perguntar até quando;
a sofrer sem magoar seja a quem for;
a progredir sem perder a simplicidade;
a semear o bem sem pensar nos resultados;
a desculpar sem condições;
a marchar para frente sem contar os obstáculos;
a ver sem malícia;
a escutar sem corromper os assuntos;
a falar sem ferir;
a compreender o próximo sem exigir entendimento;
a respeitar os semelhantes, sem reclamar consideração;
a dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxa de reconhecimento.
Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas dificuldades.
Ajuda-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente, aquela de cumprir-te os desígnios onde e como queiras, hoje agora e sempre.
Amem em Jesus
Emmanuel
3. Leitura do Evangelho
A PARABÓLA DO FERMENTO
"O Reino dos Céus é semelhante ao fermento, que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar toda ela levedada".
(Mateus, XIII, 33 - Lucas, XIII, 20-21)
Não há quem ignore o processo da panificação. Lança-se um tanto de fermento na massa de farinha, mistura-se e espera-se que fique toda levedada, para o que muito concorre o calor.
Aparentemente, quem vê a massa não diz que tem fermento; entretanto, depois de algumas horas, a própria massa levedada acusa a presença do mesmo.
Assim é o Reino dos Céus: o homem não se pode transformar, de simples e ignorante, em elevado e sábio de um momento para outro, como o levedo não transforma a farinha na mesma hora em que ela é posto. Aos poucos, à medida que ouve a voz dos profetas, a palavra dos emissários do alto, a inteligência do homem se vai esclarecendo e o seu Espírito se transforma: ele assimila o Reino dos Céus, que à prima facie lhe pareceu um enigma, mas depois se lhe apresentou positivo, racional, lógico.
Quem diria que uma só medida de fermento, em três medidas de farinha, leveda a mesma? É preciso, porém, lembrar que o calor, não só na farinha para o pão, como também no homem, para a transformação de Espíritos, é indispensável. E este calor pode traduzir-se na atividade que empregamos para o progresso que somos chamados à conquistar.
Cairbar Schutel
A PARÁBOLA DO FERMENTO
"DISSE-LHES OUTRA PARÁBOLA; O REINO DOS CÉUS É SEMELHANTE AO FERMENTO QUE UMA MULHER TOMOU E GUARDOU EM TRÊS MEDIDAS DE FARINHA, ATÉ FICAR TUDO LEVEDADO". MATEUS cap. 13 - vers. 33.
*
Amiguinhos queridos: Esta pequena parábola nos traduz significativa idéia sobre a conquista, por nossa parte, do reino superior da espiritualidade.


Como Deus nos criou simples e ignorantes, conforme lemos na questão 115 do Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, vamos crescendo (levedando) espiritualmente, através de muitas existências, até atingirmos as moradas celestiais.
Este crescimento somente acontecerá se empregarmos nosso esforço na prática do Bem para com todos - pessoas, animais, pássaros, enfim, a todos os seres vivos da Criação Divina.
Não nos esqueçamos que o vegetal também é VIDA, cumprindo-nos, assim, o dever de preservar a nossa flora, cuidando para não depredá-la. Somente assim, caríssimos amiguinhos, é que atingiremos a grandeza espiritual que nos dará meios de participarmos do reino dos céus.
VOCABULÁRIO:
Depredá-la - devastar, destruir.
Levedado - fermentar, crescer.
FRANCISCO VALDOMIRO LORENZ
3 - PARÁBOLA DO FERMENTO
A quarta parábola, contada por Jesus à beira do I.ago de Genesaré, é pequenina mas de grande significado.
Nela o Mestre vai indicar o poder de transformação que existe nas idéias.
O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e pôs em três medidas de farinha, até que tudo ficasse fermentado.
Que formidáveis transformações químicas o fermento produz na massa que o recebe!
Pois, a idéia espiritual na mente da pessoa tem poder igualmente transformador, modificando ampla e profundamente o seu modo de pensar, sentir e agir.


O fermento, porém, tem de ser introduzido na massa, para ficar em contato com ela, o que pode ser feito com a palavra, o livro, as imagens da televisão, até mesmo pela telepatia.
Em tudo que pensamos e fazemos, estamos buscando ou recebendo o poderoso fermento das ideias.


Além de ficar agindo na massa levedada, o fermento pode passar a fermentação a outras massas.
Também a idéia espiritual, que está vivendo e agindo em alguém, pode comunicar-se aos que o rodeiam e ir promovendo neles idêntica transformação, levedando a "massa humana", todo o grupo social.
Entendimento do Tema

PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA E DO FERMENTO



“31 – Propôs-lhes uma outra parábola, dizendo: O reino dos céus se assemelha a um grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. – 32 – Esse grão, que é a menor de todas as sementes, quando cresce, torna-se planta maior do que todas as outras, torna-se árvore em cujos ramos os pássaros do céu vêm habitar. – 33 – Disse-lhes também esta outra
parábola: O reino dos céus se assemelha ao fermento que uma mulher toma e mistura com três medidas de farinha, até que a massa fique totalmente levedada. – 34 – Jesus disse por parábola todas essas coisas à multidão; não lhe falava sem parábola – 35 – a fim de que se cumprissem essas palavras do profeta: Abrirei minha boca para falar por parábolas; revelarei coisas que estão ocultas, desde a formação do mundo.” Mateus, Cap. XIII, vv. 31-35."


INTERPRETAÇÃO


Que o sublime Rabi ilumine a todos vós, dando paz aos vossos corações.
Meus irmãos, minhas irmãs, mais uma vez aqui estamos para, juntos, recordarmos as sublimes palavras do Mestre em Sua passagem pelo orbe.
Como sabeis, a mostarda é um grão precioso, pois se transforma em alimento, matando a fome de todos que o buscam.


Jesus escolheu o grão de mostarda para mostrar que todos, sem exceção, do mais humilde, aquele que menor se considerar, pode crescer, subir e alcançar as sublimes esferas.
Veio Ele, com esta parábola, tecer um hino de louvor, de esperança, àqueles que, desprotegidos da sorte se sentirem.
Meus irmãos! É das pequeninas coisas que se fazem as grandes.
Todos nós nascemos pequeninos, formados por fluidos de luz divina e, através do nosso esforço, da nossa força de vontade, podemos, em desenvolvendo nossas virtudes, transformarmo-nos em fachos de luz, distribuindo amor e bênçãos a toda humanidade.


O grão de mostarda aí está para mostrar que se quisermos vencer, teremos de começar do nada, para que, construindo, elevando dentro de nós as forças vivas recebidas de Deus, possamos alcançar os páramos celestes.




A outra parábola, referindo-se ao fermento, também traz dentro de si, sublimes ensinamentos.
A farinha somos nós. São os nossos espíritos que triturados, amassados, transformados, estarão a caminho da salvação.
O levedo representa as bênçãos de Deus, os ensinamentos que Ele proporcionou a Seus filhos para que eles cresçam, se revelem a si mesmos, através da bondade, do amor, da tolerância e do perdão.
O levedo, meus irmãos, são as graças de Deus.



O levedo é um conjunto de tudo aquilo que recebemos e que muitas vezes não damos o merecido valor.
Quem ou bem poucos que, em sua mesa, ao comer um delicioso pedaço de pão, se lembra do levedo, daquele fermento que, aumentando, se transforma e cresce?




Assim somos nós. Há todos os instantes somos visitados pela bondade do Pai que procura nos transformar, trazendo às nossas almas o conhecimento dos nossos erros, das nossas imperfeições.
E eis que Ele se mistura aos nossos vícios, ao nosso amor próprio, instintivamente; mas, mesmo assim, Ele nos transforma, apesar das nossas imperfeições; apesar de não darmos a Ele o calor de nossas boas ações, Ele está dentro de nós, impulsionando-nos, elevando-nos, ajudando-nos a crescer sempre, para alcançarmos o beneplácito das hostes celestiais.
Eis que em dado momento, nós somos chamados para a verdadeira vida e levamos dentro de nós aquela massa, aquele conjunto de bênçãos e de erros para um repouso necessário.
Percebemos, então, o quanto de bom nos foi aquele fermento, fermento este, muitas vezes, transformado para nós em lágrimas, em sofrimentos, em dores.
Por quê? Porque o Senhor de misericórdia de tudo se serve para chegar até nós.



Ele se transforma no orvalho da prece; na mão amiga que consola; nas palavras ferinas que ouvimos; no julgamento precipitado que fazem das nossas ações.
Rápidos, porém, elevemos os nossos espíritos e alcancemos a felicidade eterna.





Meus irmãos! Abençoai sempre esses espinhos que vos vierem ferir. Não os amaldiçoeis; antes, procurai entender porque eles vos chegaram. Nada se passa em vão. Tudo será aproveitado, se assim o desejardes. E o Senhor, por muito nos amar, por desejoso de estar, que alcancemos a nossa perfeição, faz com que nos visitem esses pontos de luz, para que sirvam de experiências, de lições às nossas almas.
Muitas vezes, somente no mundo maior, como assim denominais o mundo dos espíritos, possais dar valor a essas pequenas coisas.
Vós, que estudais e procurais compreender os ensinamentos do Mestre Nazareno, deveis vos lembrar de que dependerá do vosso esforço de hoje, o dia de amanhã.



O amanhã é uma consequência do hoje, como hoje, é uma consequência de ontem.
Por isso, o Sublime Rabi, desejoso de levar aos Seus filhos palavras de estímulo, de compreensão, procurou o grão de mostarda e o fermento, para mostrar que nada se perde, tudo se transforma.
Não há desculpas para cruzardes os braços, nada fazendo, alegando que sois pequenos, que não possuis condições nem mérito para o bem espalhardes.
Todos vós sois grão, conduzindo em seu núcleo as bênçãos do Pai. Dependerão apenas de vós a germinação, o crescimento e a transformação dessas sementes.
Pelo que vistes, a mais humilde foi aquela que mais cresceu e recebeu em seus ramos os pássaros dos céus.
Que representam esses pássaros dos céus, senão as bênçãos de Deus para aqueles que, com amor, com devotamento, deram aos seus irmãos frutos e sombras, sem que nada os impedisse de fazê-lo?
Não houve tormentas da maldade, as chuvas de vingança, o lodaçal das paixões, nada que as arrastasse.
Ela firme, rendendo graças ao Pai, cresceu e frutificou.



Todos vós, tornamos a repetir, podeis assim agir.
Quando vos sentirdes dominados pela tormenta, abalados pelas paixões, esquecidos dos deveres a cumprir, lembrai-vos das palavras do Mestre Jesus e para Ele apelai; e, sentindo-vos como o grão de mostarda, começai outra vez a caminhada.
Não importam os tombos, as pedras, os espinhos do caminho.
Se tiverdes fé, se tiverdes compreensão e amor aos vossos semelhantes, tudo afastareis, porque o Senhor estará convosco, segurando-vos, a
mparando-vos, para que não sofrais tanto quanto mereceis.



Ele compartilha de vossas aflições, de vossos sofrimentos e, assim, unidos, de mãos dadas, alcançareis o Sol dos sóis, o Mestre dos mestres, através da força de vontade, da vossa persistência, principalmente da vossa humildade em querer subir através do amor, levar junto a vós todos os irmãos que convosco procurarem caminhar.
Que as bênçãos de Jesus vos iluminem para todo o sempre.
Graças a Deus!


(Extraído do livro: As Divinas Parábolas – Autor: Samuel (Espírito), médium: Neusa Aguiló de Souza – Centro Espírita Oriental “Antonio de Pádua”, Recife, PE – 1982, p. 58-61)

Vibrações
Senhor ilumina todos os lares, hospitais, Hospícios, cadeias e todo Universo de
necessitados.
Pai celestial, que habitais o meu interior, impregna com a Tua Luz vital cada célula de meu corpo, expulsando todos os males, pois estes não fazem parte de meu ser. Na minha verdadeira realidade, como filho de Deus perfeito que sou, não existe doença; por isso que se afaste de mim todo o mal, todos os bacilos, micróbios, vírus, bactérias e vermes nocivos, para que a perfeição se expresse no meu corpo, que é templo de Divindade.
Pai teu Divino filho Jesus disse: pedi e recebereis, porque todo aquele que pede recebe, portanto, tenho absoluta certeza de que a minha oração da cura já é a própria cura. Para mim agora, só existe esta verdade: a cura total. Mesmo que a imagem do mal permaneça por algum tempo no meu corpo, só existe em mim agora a imagem mental da cura e a verdade da minha saúde perfeita.
Todas as energias curadoras existentes em mim estão atuando intensamente, como um exército poderoso e irresistível, visando os inimigos, fortalecendo as posições enfraquecidas, reconstruindo as partes demolidas, regenerando todo o meu corpo.
Sei que é o poder de Deus agindo em mim e realizando o milagre maravilhoso da cura perfeita.
Esta é a minha verdade mental. Esta portanto é a verdade do meu corpo.
Agradeço-te, oh! pai, porque Tu ouvistes a minha oração.
Dou-te graças, com toda alegria e com todas as forças interiores porque tua vontade de perfeição e saúde aconteceram em mim, em resposta ao meu pedido.
Assim é e assim será.
Um fraternal abraço, e a nossa vibração com a certeza de que a Paz se fará em seu mundo íntimo.
Prece de Encerramento
Mestre Sublime Jesus
Fazei com que entendamos a vossa vontade e nunca a nossa, entregando-nos às vossas mãos fortes para conduzir-nos;
Permite que possamos desincumbir-nos dos deveres que nos cabem, mas, não
conforme os nossos desejos;
Lançai Vosso olhar sobre nós, a fim de que tenhamos a claridade da Vossa ternura, e não as sombras da nossa ignorância;
Abençoai os nossos propósitos de servir-Vos, quando somente nos temos preocupado em utilizar de Vosso santo nome para servir-nos;
Envolvei-nos na santificação dos Vossos projetos, de forma que sejamos Vós em nós, porquanto ainda não temos condição de estar em Vós;
Dominai os nossos anseios de poder e de prazer, auxiliando-nos na conquista real da renúncia e da abnegação;
Ajudai-nos na compreensão de vossos labores, amparando-nos em nossas
dificuldades e socorrendo-nos quando mergulhados na argamassa celular;
Facultai-nos a dádiva de Vossa paz, de modo que a distribuamos por onde quer que nos encontremos e todos a identifiquem, compreendendo que somos Vossos servidores dedicados......e porque a morte restituiu-nos a vida gloriosa para continuarmos a trajetória de iluminação, favorecei-nos com a sabedoria para o êxito da viagem de ascensão, mesmo que tenhamos que mergulhar muitas vezes nas sombras da matéria, conduzindo porém, a bússola do Vosso afável coração apontando-nos o rumo.
Senhor!
Intercedei, junto ao Pai Todo Amor, por Vossos irmãos da retaguarda, que somos quase todos nós, os trânsfugas do dever.
Oração do Santo de Assis trazida no livro
Divaldo Pereira Franco pelo Espírito de Manoel Philomeno de Miranda.
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Momento da Fluidificação das águas (bênçãos).
Santo André Expansão Evangelizadora do Lar
Brasil e Portugal, para: A Europa e o Mundo.
Por uma Humanidade mais Cristã!
Rinnovo dell'Anima :
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