2017/03/12

O Necessário Para Salvar-se: O Bom Samaritano

Santo André Expansão Evangelizadora do Lar
Evangelho do lar de 13/03/ 2017

Capítulo 15 – FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO

  • O Necessário Para Salvar-se: O Bom Samaritano

Nota importante;

Ola muita paz
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Bem-haja.
Prece Inicial
Senhor, ensina-nos:

A orar sem esquecer o trabalho;
a dar sem olhar a quem;
a servir sem perguntar até quando;
a sofrer sem magoar seja a quem for;
a progredir sem perder a simplicidade;
a semear o bem sem pensar nos resultados;
a desculpar sem condições;
a marchar para frente sem contar os obstáculos;
a ver sem malícia;
a escutar sem corromper os assuntos;
a falar sem ferir;
a compreender o próximo sem exigir entendimento;
a respeitar os semelhantes, sem reclamar consideração;
a dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxa de reconhecimento.
Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas dificuldades.
Ajuda-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente, aquela de cumprir-te os desígnios onde e como queiras, hoje agora e sempre.
Amem em Jesus
Emmanuel
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3. Leitura do Evangelho

O Necessário Para Salvar-se: O Bom Samaritano

1 – Mas quando vier o Filho do Homem na sua majestade, e todos os anjos com ele, então se assentará sobre o trono de sua majestade. E serão todas as gentes congregadas diante dele, e separará uns dos outros, como o pastor que aparta dos cabritos as ovelhas; e assim porá as ovelhas à direita, e os cabritos à esquerda; então dirá o rei aos que hão de estar à sua direita; vinde, benditos de meu Pai, possuí o reino que vos está preparado desde o princípio do mundo. Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede e destes-me de beber; precisava de alojamento e recolhestes-me; estava nu e cobristes-me; estava enfermo e visitastes-me; estava no cárcere e viestes ver-me.  Então lhe responderão os justos, dizendo: Senhor, quando é que nós te vimos faminto e te demos de comer; ou sequioso e te demos de beber? E quando te vimos sem alojamento e te recolhemos; ou nu e te vestimos? E quando te vimos enfermo ou no cárcere e te fomos ver? E respondendo o rei, lhes dirá: Na verdade vos digo, que quantas vezes vós fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim é que o fizestes. Então dirá também aos que hão de estar à esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno que está aparelhado para o diabo e para os seus anjos; Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber. Precisava de alojamento e não me recolhestes; estava nu e não me cobristes; estava enfermo no cárcere e não me visitastes. Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando é que nós te vimos faminto, ou sequioso, ou sem alojamento, ou nu, ou enfermo, ou no cárcere, e deixamos de te assistir? Então lhes responderá ele, dizendo: Na verdade, vos digo que quantas vezes o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. E irão estes para o suplício eterno, e os justos para a vida eterna. (Mateus, XXV: 31-46).
           2 – E eis que se levantou um doutor da lei, e lhe disse, para o tentar: Mestre, que hei de eu fazer para entrar na posse da vida eterna? Disse-lhe então Jesus: Que é o que está escrito na lei? Como lês tu? Ele, respondendo, disse: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a sua alma, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. E Jesus lhe disse: Respondeste bem; faze isso, e viverás. Mas ele, querendo justificar-se a si mesmo, disse a Jesus: E quem é o meu próximo? E Jesus, prosseguindo no mesmo discurso, disse: Um homem baixava de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos dos ladrões, que logo o despojaram do que levava; e depois de o terem maltratado com muitas feridas, se retiraram, deixando-o meio morto. Aconteceu pois que passava pelo mesmo caminho um sacerdote; e quando o viu, passou de largo. E assim mesmo um levita, chegando perto daquele lugar, e vendo-o, passou também de largo. Mas um samaritano, que ia a seu caminho, chegou perto dele, e quando o viu, se moveu à compaixão: E chegando-se atou as feridas, lançando nelas azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, o levou a uma estalagem, e teve cuidado dele. E ao outro dia tirou dois denários, e deu-os ao estalajadeiro, e lhe disse: Tem-me cuidado dele; e quanto gastares demais, eu to satisfarei quando voltar. Qual destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões? Respondeu logo o doutor: aquele que usou com o tal de misericórdia. Então lhe disse Jesus: Pois vai, e faze tu o mesmo. (Lucas, X: 25-37).
           3 – Toda a moral de Jesus se resume na caridade e na humildade, ou seja, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho. Em todos os seus ensinamentos, mostra essas virtudes como sendo o caminho da felicidade eterna. Bem-aventurados, diz ele, os pobres de espírito, quer dizer: os humildes, porque deles é o Reino dos Céus; bem-aventurados os que tem coração puro; bem-aventurados os mansos e pacíficos; bem-aventurados os misericordiosos. Amai o vosso próximo como a vós mesmos; fazei aos outros os que desejaríeis que vos fizessem; amai os vossos inimigos; perdoai as ofensas, se quereis ser perdoados; fazei o bem sem ostentação: julgai-vos a vós mesmos antes de julgar os outros. Humildade e caridade, eis o que não cessa de recomendar, e  de que ele mesmo dá o exemplo. Orgulho e egoísmo, eis o que não cessa de combater. Mas ele fez mais do que recomendar a caridade, pondo-a claramente, em termos explícitos, como a condição absoluta da felicidade futura.
           No quadro que Jesus apresenta, do juízo final, como em muitas outras coisas, temos de separar o que pertence à figura e à alegoria. A homens como aos que falava, ainda incapazes de compreender as coisas puramente espirituais, devia apresentar imagens materiais, surpreendentes e capazes de impressionar. Para que fossem melhor aceitas, não podia mesmo afastar-se muito das idéias em voga, no tocante à forma, reservando sempre para o futuro a verdadeira interpretação das suas palavras e dos pontos que ainda não podia explicar claramente. Mas, ao lado da parte acessória ou figurada do quadro, há uma idéia dominante: a da felicidade que espera o justo e da infelicidade reservada ao mau.
           Nesse julgamento supremo, quais são os considerandos da sentença? Sobre o que baseia a inquirição? Pergunta o juiz se foram atendidas estas ou aquelas formalidades, observadas mais ou menos estas ou aquelas práticas exteriores? Não, ele só pergunta por uma coisa: a prática da caridade. E se pronuncia dizendo: “Passai à direita, vós que socorrestes aos  vossos irmãos; passai à esquerda , vós que fostes duros para com eles”. Indaga pela ortodoxia da fé? Faz distinção entre o que crê de uma maneira, e o que crê de outra? Não, pois Jesus coloca o samaritano, considerado herético, mas que tem amor ao próximo, sobre o ortodoxo a quem falta caridade. Jesus não faz, portanto, da caridade, uma das condições da salvação, mas a condição única. Se outras devessem ser preenchidas, ele as mencionaria. Se ele coloca a caridade na primeira linha entre as virtudes, é porque ele encerra implicitamente todas as outras: a humildade, a mansidão, a benevolência, a justiça etc; e porque é ela a negação absoluta do orgulho e do egoísmo.

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Entendimento do Tema

O Evangelho segundo Lucas
Terceiro livro do Novo Testamento


1. No episódio da transfiguração, ocorrida no monte Tabor, apareceram Moisés e Elias, que conversaram com Jesus. Qual foi o assunto dessa conversa?
2. João, um dos discípulos de Jesus, contou-lhe ter visto um homem que expulsava os demônios em seu nome, acrescentando tê-lo proibido, porque ele não era um deles. Que recomenda lhe fez Jesus?
3. Além dos doze discípulos que o seguiam, quantos o Senhor designou para irem adiante dele, de dois em dois, anunciando a chegada do reino de Deus e curando os enfermos que encontrassem em seu caminho?
4. A quem e em que circunstâncias Jesus narrou a parábola do bom samaritano?
5. Como Lucas descreve a oração ensinada por Jesus a seus discípulos? Há diferenças entre a oração narrada por ele e a registrada por Mateus?
Texto para leitura
22. A cura da mulher hemorrágica - Jairo, que era príncipe da sinagoga, prostrou-se aos pés de Jesus, rogando-lhe que fosse salvar uma filha de doze anos, que estava à morte. Envolvido por grande multidão, Jesus dirigiu-se à casa de Jairo, quando no trajeto uma mulher, que tinha um fluxo de sangue havia doze anos, chegando por detrás dele, tocou na orla do seu vestido e imediatamente estancou a hemorragia. Jesus indagou: “Quem é que me tocou?” Pedro e seus companheiros lhe disseram: “Mestre, a multidão te aperta e te oprime, e dizes: Quem é que me tocou?” Jesus então esclareceu que alguém o havia tocado porque sentiu que saiu dele uma virtude. Nesse momento, vendo a mulher que não podia ocultar-se, aproximou-se e relatou como ficara curada ao tocá-lo. O Mestre então lhe disse: “Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou; vai em paz”. (Lucas, 8:40 a 8:48.)
23. O povo pensava que Elias ou um dos profetas havia ressuscitado - Após a cura da filha de Jairo, Jesus convocou os doze discípulos e deu-lhes virtude e poder para afastar os demônios e curar as enfermidades. E enviou-os a pregar o reino de Deus e a curar os enfermos, dizendo-lhes: “Nada leveis convosco para o caminho, nem bordões, nem alforje, nem pão, nem dinheiro, nem tenhais dois vestidos. E em qualquer casa em que entrardes, ficai ali, e de lá saireis. E se em qualquer cidade vos não receberem, saindo vós dali, sacudi o pó dos vossos pés, em testemunho contra eles”. Os discípulos assim procederam, percorrendo todas as aldeias, anunciando o evangelho e fazendo curas por toda a parte. Ao ouvir tudo o que se passava, Herodes, o tetrarca, ficou em dúvida, porque diziam uns que João ressuscitara dentre os mortos, outros que Elias tinha aparecido, e outros que um profeta dos antigos havia ressuscitado. Herodes dizia então: “A João mandei eu degolar; quem é pois este de quem ouço dizer tais cousas?” E ardia por vê-lo. No regresso de sua tarefa, os apóstolos contaram ao Mestre tudo o que tinham feito, e ele, tomando-os consigo, retirou-se para um lugar deserto de uma cidade chamada Betsaida. A multidão logo ficou sabendo e seguiu-os. Jesus os recebeu e falou-lhes do reino de Deus, curando os que necessitavam ser curados. (Lucas, 9:1 a 9:11.)
24. Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á - Quando a multidão, após haver sido alimentada, afastou-se, estando Jesus só com os seus discípulos, indagou-lhes o Mestre: “Quem diz a multidão que eu sou?” Eles responderam: “João Batista; outros, Elias, e outros que um dos antigos profetas ressuscitou”. Ele então perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Adiantando-se aos demais, Pedro disse: “O Cristo de Deus”. Jesus pediu-lhes que a ninguém referirem isso, explicando ser necessário que o Filho do homem padecesse muitas coisas, sendo rejeitado pelos escribas e pelos anciãos e levado à morte, após o que, ao terceiro dia, ressuscitaria. Dito isso, o Mestre advertiu: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo? Porque, qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos”.  (Lucas, 9:18 a 9:26.)
25. Moisés e Elias aparecem no monte Tabor e são vistos nitidamente -
Moisés e Elias apareceram junto a Jesus no monte Tabor. Pedro, João e Tiago, ali presentes, estavam carregados de sono, mas, quando despertaram, viram nitidamente ambos os varões. Quando eles saíram, Pedro disse ao Cristo: “Mestre, bom é que nós estejamos aqui, e façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés, e uma para Elias”. Nesse momento, veio uma nuvem que os cobriu. Os discípulos temeram, e saiu da nuvem uma voz que lhes disse: “Este é o meu amado filho; a ele ouvi”. Quando a voz se fez, Jesus estava só, e eles calaram-se e não contaram a ninguém, por aqueles dias, o que tinham visto. No dia seguinte, ao descerem do monte, saiu-lhes ao encontro uma grande multidão. Foi então que um homem do povo pediu a Jesus que olhasse para o seu filho, explicando: “Eis que um espírito o toma e de repente clama, e o despedaça até escumar; e só o larga depois de o ter quebrantado”. O aflito pai informou ainda que havia rogado aos discípulos que expulsassem aquele espírito, mas eles não puderam. Jesus, respondendo-lhe, disse: “Ó geração incrédula e perversa! até quando estarei ainda convosco e vos sofrerei?
” “Traze-me cá o teu filho.”  Quando o menino vinha chegando, o demônio o derribou e convulsionou, mas Jesus repreendeu o espírito imundo e curou o
menino, entregando-o a seu pai. (Lucas, 9:30 a 9:42.)
Respostas às questões propostas
1. No episódio da transfiguração, ocorrida no monte Tabor, apareceram Moisés e Elias, que conversaram com Jesus. Qual foi o assunto dessa conversa?  
Moisés e Elias apareceram-lhe e falaram sobre sua morte, que havia de cumprir-se em Jerusalém. Pedro e os que estavam com ele dormiam e, quando despertaram, viram os dois visitantes. (Lucas, 9:28 a 9:32.)
2. João, um dos discípulos de Jesus, contou-lhe ter visto um homem que expulsava os demônios em seu nome, acrescentando tê-lo proibido, porque ele não era um deles. Que recomendação lhe fez Jesus?  
Jesus lhe disse: Não o proibais, porque quem não é contra nós é por nós. (Lucas, 9:49 e 9:50.)
3. Além dos doze discípulos que o seguiam, quantos o Senhor designou para irem adiante dele, de dois em dois, anunciando a chegada do reino de Deus e curando os enfermos que encontrassem em seu caminho?  
O Senhor designou setenta discípulos e mandou-os ir, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde ele havia de ir. E nessa oportunidade ele lhes disse: Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara. Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos. Não leveis bolsa, nem alforje, nem alparcas; e a ninguém saudeis pelo caminho. E, em qualquer casa onde entrardes, dizei primeiro: Paz seja nesta casa. E, se ali houver algum filho de paz, repousará sobre ele a vossa paz; e, se não, voltará para vós. E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. E, em qualquer cidade em que entrardes, e vos receberem, comei do que vos for oferecido. E curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: É chegado a vós o reino de Deus. (Lucas, 10:1 a 10:9.)
4. A quem e em que circunstâncias Jesus narrou a parábola do bom samaritano?  
Essa conhecida parábola foi narrada a um doutor da lei que, tentando-o, lhe perguntara: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Jesus lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês? Respondendo, ele disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. Jesus afirmou: Respondeste bem; faze isso, e viverás. Ele, porém, querendo justificar-se a si mesmo, perguntou: E quem é o meu próximo? Foi então que o Mestre narrou-lhe a parábola. (Lucas, 10:25 a 10:37.)
5. Como Lucas descreve a oração ensinada por Jesus a seus discípulos? Há diferenças entre a oração narrada por ele e a registrada por Mateus?  
Sim; há diferenças entre elas. A oração, de acordo com Lucas, deve ser dita assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu. Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano; e perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve, e não nos conduzas em tentação, mas livra-nos do mal. Segundo Mateus, a oração deve ser feita assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje; perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, o poder e a glória, para sempre. Amém. (Lucas, 11:1 a 11:4. Ver Mateus, 6:9 a 6:13.)

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Vibrações
Senhor ilumina todos os lares, hospitais, Hospícios, cadeias e todo Universo de
necessitados.
Pai celestial, que habitais o meu interior, impregna com a Tua Luz vital cada célula de meu corpo, expulsando todos os males, pois estes não fazem parte de meu ser. Na minha verdadeira realidade, como filho de Deus perfeito que sou, não existe doença; por isso que se afaste de mim todo o mal, todos os bacilos, micróbios, vírus, bactérias e vermes nocivos, para que a perfeição se expresse no meu corpo, que é templo de Divindade.
Pai teu Divino filho Jesus disse: pedi e recebereis, porque todo aquele que pede recebe, portanto, tenho absoluta certeza de que a minha oração da cura já é a própria cura. Para mim agora, só existe esta verdade: a cura total. Mesmo que a imagem do mal permaneça por algum tempo no meu corpo, só existe em mim agora a imagem mental da cura e a verdade da minha saúde perfeita.
Todas as energias curadoras existentes em mim estão atuando intensamente, como um exército poderoso e irresistível, visando os inimigos, fortalecendo as posições enfraquecidas, reconstruindo as partes demolidas, regenerando todo o meu corpo.
Sei que é o poder de Deus agindo em mim e realizando o milagre maravilhoso da cura perfeita.
Esta é a minha verdade mental. Esta portanto é a verdade do meu corpo.
Agradeço-te, oh! pai, porque Tu ouvistes a minha oração.
Dou-te graças, com toda alegria e com todas as forças interiores porque tua vontade de perfeição e saúde aconteceram em mim, em resposta ao meu pedido.
Assim é e assim será.
Um fraternal abraço, e a nossa vibração com a certeza de que a Paz se fará em seu mundo íntimo.
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Prece de Encerramento
Mestre Sublime Jesus
Fazei com que entendamos a vossa vontade e nunca a nossa, entregando-nos às vossas mãos fortes para conduzir-nos;
Permite que possamos desincumbir-nos dos deveres que nos cabem, mas, não
conforme os nossos desejos;
Lançai Vosso olhar sobre nós, a fim de que tenhamos a claridade da Vossa ternura, e não as sombras da nossa ignorância;
Abençoai os nossos propósitos de servir-Vos, quando somente nos temos preocupado em utilizar de Vosso santo nome para servir-nos;
Envolvei-nos na santificação dos Vossos projetos, de forma que sejamos Vós em nós, porquanto ainda não temos condição de estar em Vós;
Dominai os nossos anseios de poder e de prazer, auxiliando-nos na conquista real da renúncia e da abnegação;
Ajudai-nos na compreensão de vossos labores, amparando-nos em nossas
dificuldades e socorrendo-nos quando mergulhados na argamassa celular;
Facultai-nos a dádiva de Vossa paz, de modo que a distribuamos por onde quer que nos encontremos e todos a identifiquem, compreendendo que somos Vossos servidores dedicados......e porque a morte restituiu-nos a vida gloriosa para continuarmos a trajetória de iluminação, favorecei-nos com a sabedoria para o êxito da viagem de ascensão, mesmo que tenhamos que mergulhar muitas vezes nas sombras da matéria, conduzindo porém, a bússola do Vosso afável coração apontando-nos o rumo.
Senhor!
Intercedei, junto ao Pai Todo Amor, por Vossos irmãos da retaguarda, que somos quase todos nós, os trânsfugas do dever.
Oração do Santo de Assis trazida no livro
Divaldo Pereira Franco pelo Espírito de Manoel Philomeno de Miranda.
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