Moral Cristã


 

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Evangelho no Lar para   21/05/ 2018 com início às 21 horas
  • Moral Cristã

Estimadas irmãs e irmãos em Cristo.
Paz e luz em vossos lares
Prece Inicial

Iluminação

Senhor se no mundo que me cerca eu não puder enxugar uma lágrima
Não conseguir dizer uma palavra de conforto fazer alguém sorrir de verdade
O Deus se eu não souber ser justo humilde atencioso e promotor da esperança na
terra.
Se não puder lutar contra as injustiças,agir com dignidade
Deixar de me irritar com as pequenas coisas
Compreender que os outros também têm suas limitações
Senhor se eu não souber aceitar a tua vontade acima da minha própria vontade
Então, não permita que eu condene as guerras e ore pela paz
Não aceita a oferta que eu te oferecer. Nem escute os meus constantes pedidos de
socorro. Mas quando vier te pedir perdão.
Oh Deus, perdoa-me por inteiro e lava meu coração no sangue da nova e eterna
aliança contigo por meio de Jesus teu filho amado. Ilumina a minha inteligência
e a minha vontade, para que eu possa viver na tua presença todas as horas do dia e todos os dias da vida.
Amem em Jesus

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Leitura.

Moral Cristã

Allan Kardec inicia o livro “O Evangelho segundo o Espiritismo” propondo uma divisão em cinco partes, as matérias contidas nos Evangelhos: Os atos comuns da vida do Cristo, os milagres; as predições; as palavras que foram tomadas pela igreja para fundamento de seus dogmas; e o ensino moral. Continua ele: As quatro primeiras têm sido objeto de controvérsias; a última porém, conservou-se constantemente inatacável.[1]

E podemos com certeza afirmar que, se a preocupação com a parte moral tivesse sido prioritária quando da análise dos textos evangélicos, a Humanidade já teria progredido muito mais, e o mundo que habitamos já faria parte dos planos mais evoluídos da criação.
Mas na realidade, qual é o conceito desta tão discutida moral?
Segundo o dicionário, moral é o conjunto de regras que constituem o bom costume. Baseado neste pequeno conceito, vemos que o entendimento do que é moral evolui com o evoluir dos homens, porque o que é um bom costume hoje, pode não ser assim considerado amanhã. Desta forma, moral pode ser entendido como sinônimo de ética, o que para nós, não é verdade.
O verdadeiro conceito de moral para nós é dado pelos Espíritos na questão 629 de “O Livro dos Espíritos”, quando nos afirmam que a vivência moral está vinculada à observância da Lei de Deus, e esse é na essência o entendimento de moral segundo nos ensinou o “Mestre dos Mestres”: Jesus.
A Moral Cristã está toda baseada no entendimento do que seja Deus, Sua Lei, e na fraternidade decorrida do entendimento real da relação Criador-criatura.
Deus é entendido pelo Cristo, como Pai. E segundo João nos afirma no capítulo 4 de sua 1ª epístola, Deus é amor, e continua ele: Se alguém diz eu amo a Deus, e aborrece a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? (I João, 4: 8 e 20)
Entendido Deus, e sua relação conosco , temos a chave da compreensão de toda a moral cristã. Por isso, a insistência do Mestre para que nos amássemos uns aos outros, resumo de todos os seus ensinamentos. Moral, segundo o Cristo, é ver em primeiro lugar o interesse do próximo, entendendo como tal, todo aquele que precisa de nós, como nos mostra na Parábola do Samaritano, é dizermos não ao personalismo, é trabalhar não pensando no nosso bem estar, mas em quantos podemos beneficiar com o nosso trabalho.
Quando alguém lhe pedir o vestido, dê-lhe também a capa.
Se alguém te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.
Ame o vosso inimigo.
Ore pelo que vos persegue.
Se amardes somente os que vos amam, que galardão havereis?
Faze isso, e viverás, porque aquele que permanecer na minha palavra será meu discípulo, e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
E para concluir, ficamos com a visão madura de Joanna de Ângelis:
Jesus se preocupa com a perfeição íntima, ética, intransferível dos homens, conclamando-os a realizarem o “Reino de Deus” interiormente, numa elaboração otimista.
Certamente, a moral cristã ainda não colimou os seus objetivos elevados, conquanto os vinte séculos passados. Todavia, diante dos esforços do Direito e da acentuada luta pacífica das organizações mundiais, a Moral, em diversas apreciações tornadas legais, sancionadas por governos e povos, atingirá, não obstante as dificuldades e transições do atual momento histórico, o seu fanal nos dias do porvir, propondo ao homem moderno, na moderação e eqüidade, nos costumes corretos, aceitos pelo comportamento das gerações passadas, a vivência do máximo postulado do Cristo, sempre sábio e atual: “Fazer ao próximo o que desejar que este lhe faça”, respeitando e respeitando-se, para desfrutar a consciência apaziguada e viver longos dias de harmonia na terra, com felicidade espiritual depois da destruição dos tecidos físicos pelo fenômeno da morte.[2]



[1]   “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, pág. 25.
[2]   “Estudos Espíritas”, pág. 166.


ESCLARECIMENTO
O QUE É ÉTICA?
O QUE É MORAL?

Por todos os tempos, os grandes pensadores têm se preocupado com a Ética e a Moral. Mas, somente no século XVII, com Espinosa, a ética passou a interpretar as finalidades (racionais) e leis normativas comportamentais do bem viver, enquanto a moral alcançou o sentido do valor do bem no ato de relações: do dever, da ação dos atos humanos, com vícios e virtudes.

Na Antiguidade, Aristóteles (4 aC) privilegiava a ética pelas virtudes: a justiça, a caridade, a generosidade, a coragem uo espírito, a temperança. Mais tarde, Tomas de Aquino, doutor da Igreja, o referendou. No século XVII, influenciado por Descartes, Espinosa desdobrou a ética em valor de normas comportamentais e em valor de atos de relações entre os homens. No século XVIII, Kant introduz o conceito de dever e mérito; boa vontade, intenção e livre-arbítrio (sempre pelos fins em si mesmos).

Na atualidade, ética e moral são conceitos inseridos na análise do significado da linguagem moral. Por exemplo, afirmação moral unida à expressão de atitudes emocionais, isto é, razão e emoção, retratando as atitudes como são e como devem ser.

A Ética Espírita
Na metade do século XIX, surge a Filosofia Espírita, com raiz de Ciência Moral, um processo de revelação e interação com o pensamento humano. A razão orienta a âncora fé e os conceitos são ético-morais e sociais. Allan Kardec, em princípio, não ressalta o aspecto religioso da Doutrina Espírita, mas seu trabalho - em essência - visa a idéia de uma ética com teor moral-religioso, através das seguintes maneiras:
- desenvolve as máximas necessárias à transcendência do ser humano, sob a égide de amor e sabedoria dos ensinos de Jesus.
- busca a necessidade da razão, da fé e da ética (corolários do espírito)
- reafirma, por toda a sua doutrina, que o amor é o veículo das energias morais e sua aplicação ética.

Essa ética-moral, de relações internas e externas, em supremacia atemporal, se encontra em sensível codificação no Evangelho de Jesus Cristo - o Intercessor amoroso - e Kardec, pelo Espírito da Verdade, decodifica as virtudes das bem-aventuranças para conhecermos o caminho e ingressarmos na cosmo-sociologia, como integrantes que somos da Criação. O campo de ação é aqui e agora: por toda parte destaca-se a importância da renovação mental, a busca pelo auto-conhecimento. A essência da caridade torna-se uma proposta moral - Fora da caridade não há salvação, ensina o Espiritismo.

Revela ainda o Espírito Consolador pela verdade, esclarecendo a razão do problema da dor, do ser e do destino; acalenta, consola, disciplina; abre os horizontes pela fé e pela razão, apoiadas na ética. O caminho da evolução do espírito é o desenvolvimento das suas potencialidades, sintetizando a razão e a fé. Tudo isso está estabelecido nos contextos crísticos e na supervisão do Espírito da Verdade e a Doutrina Espírita, no seu aspecto filosófico moral interexistencial íntegra:
a) a Justiça (virtude moral) como direito / igualdade, que dá a cada um o que lhe pertence - é um ato de relações.
b) a Ética e Moral como dever consciência), individual, inalienável. Dever para com Deus, para consigo próprio e a comunidade, chegando aos direitos humanos, que encerram: o poder moral de exigir o direito devido a si mesmo, a obrigação moral de respeitar aos semelhantes, agir (obrar, atuar, operar) e fazer (executar, realizar, fabricar)

A base nos ensinamentos de Jesus
A Ética Espírita, portanto, baseia-se nas máximas morais do Cristo e busca o conhecimento da Verdade. Por isso, a natureza do Espiritismo é ético-educativa-consoladora. Sua finalidade é a união da Criatura com seu Criador e esse é o seu aspecto religioso, por excelência, em sua plenitude. É a didática de Jesus em ação que propõe: conhecer a si mesmo, conhecer sua essência e potencialidade, conhecer e praticar a ação ética, unir ao Ser Infinito Absoluto (Deus), o Ser Infinito relativo (Espírito). Sintetiza, portanto, os postulados de fazer o bem ao próximo, exemplificarem si mesmo e amar a Deus sobre todas as coisas.

Para se desenvolver o conceito cons-ciencial de ética-moral é preciso senso, atributo que desperta no ser racional evolutivo a faculdade de julgar, apreciar, entender. Portanto, é o mundo da razão que cria o mundo moral (vide os animais). Isso porque o mundo moral necessita do ajuizado das proposições do Bem e do Mal., fazendo parte da natureza de aprendizado de cada um, entender o que é certo e o que é errado, através da experiência.

Os problemas morais do mundo são a miséria, a corrupção, a ambição, cuja matriz está no egoísmo que domina nos "latifundiários da alma" , causando as misérias da fome, dos vícios, da injustiça da própria alma. Como um representante ético na doutrina Espírita, podemos citar o nosso Chico Xavier. A solução moral está inscrita na pureza dos ensinos de Jesus: "ouçam minhas palavras e pratiquem..." A ética e a moral se desenvolvem no seio da família com a formação da comunicação afeti-va, a convivência fraterna (nos direitos e deveres) e a moral consciencial (em si). Daí, expandem-se pelas Leis Universais de Justiça com reciprocidade: direito, igualdade e liberdade.

Para tudo isso é preciso amor, condição que se impõe por si (valor próprio), veículo de energias ético-morais-sociais. Essas energias unem pensamento e ação, os quais são os propósitos de vida dentro da existencialidade. Alem disso, deve-se aproveitar a vivência terrestre e toda a sua escola de valores reais e metafísicos (biológicos e espirituais). É desses fundamentos que se desenvolve a virtude da ação, onde a intenção é fundamental e tem que ser livre. Daí a importância do livre-arbí-trio, da opção pela vontade, pois é uma responsabilidade inalienável para evolução.

Como ser ético no Espiritismo
A Ética é, assim, o modo de ser (prática normativa, pelo livre-arbítrio) e a Moral, o dever e prática consciencial, ambas se constituindo inseparáveis na plenitude de uma transformação, que oriente o homem para as finalidades da sua evolução. O Espiritismo faz emergir o conhecimento moral com a ação prática; faz agir racionalmente, quando se busca a paz, a felicidade, a harmonia, sem convenções tradicionais, cultos, ritos, etc. Para realizarmos nossa educação ético-moral é preciso que renovemos os conceitos cristalizados (renovação mental), despertemos a consciência (conhecimento de causa), disciplinemos a razão e a emoção e conheçamos os direitos e as obrigações de cada um.

O verdadeiro espírita é aquele que estrutura e edifica a si mesmo e a sua família nos alicerces do Evangelho de Jesus; disciplina sua vida com fraternidade e boa vontade no dia a dia de sua realidade biológica mais sua realidade metafísica, (interexistencial); aquele que vence a si mesmo, tornando-se simples e verdadeiro. O verdadeiro espírita busca melhor servir ao Cristo, para aprender a amar a Deus e saber porque O ama.
Lery P. Leite- Jornal Espírita, agosto/05

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Mensagem

Senhor ilumina todos os lares, hospitais, Hospícios, cadeias e todo Universo de
necessitados
Pai celestial, que habitais o meu interior, impregna com a Tua Luz vital cada
célula de meu corpo, expulsando todos os males, pois estes não fazem parte de
meu ser. Na minha verdadeira realidade, como filho de Deus perfeito que sou, não
existe doença; por isso que se afaste de mim todo o mal, todos os bacilos,
micróbios, vírus, bactérias e vermes nocivos, para que a perfeição se expresse
no meu corpo, que é templo de Divindade.
Pai teu Divino filho Jesus disse: pedi e recebereis, porque todo aquele que pede
recebe, portanto, tenho absoluta certeza de que a minha oração da cura já é a
própria cura. Para mim agora, só existe esta verdade: a cura total. Mesmo que a
imagem do mal permaneça por algum tempo no meu corpo, só existe em mim agora a imagem mental da cura e a verdade da minha saúde perfeita.
Todas as energias curadoras existentes em mim estão atuando intensamente, como
um exército poderoso e irresistível, visando os inimigos, fortalecendo as
posições enfraquecidas, reconstruindo as partes demolidas, regenerando todo o
meu corpo.
Sei que é o poder de Deus agindo em mim e realizando o milagre maravilhoso da
cura perfeita.
Esta é a minha verdade mental. Esta portanto é a verdade do meu corpo.
Agradeço-te, oh! pai, porque Tu ouvistes a minha oração.
Dou-te graças, com toda alegria e com todas as forças interiores porque tua
vontade de perfeição e saúde aconteceram em mim, em resposta ao meu pedido.
Assim é e assim será.
Um fraternal abraço, e a nossa vibração com a certeza de que a Paz se fará em
seu mundo íntimo.

Prece de Encerramento

Deus eterna Bondade


"Deus de eterna bondade, em prece de louvor entrego-te minha alma,
sê bendito meu pai em todos os recursos, ferramentas, processos e medidas dos quais te utilizasses à fim de que eu perceba que tudo devo à ti.
Agradeço-te pois o tesouro da vida,
a presença do amor,
a constância do tempo,
o sustento da fé,
o calor da esperança que me acena o porvir,
o santo privilégio de servir,
o pensamento reto que me faz discernir o que é mau e o que é bem, na clara obrigação de nunca desprezar ou de ferir alguém ...
Agradeço-te ainda, a visão das estrelas à esmaltarem de glória o lar celeste,
as flores do caminho,
os braços que me amparam e os gestos de carinho dos corações queridos que me deste.
Por tudo te agradeço e QUANDO te aprouver despojar-me dos bens com que me exaltas ... ensina-me senhor à devolver tudo o que me emprestas-te ...
Mas por piedade ó pai , deixa-me em tudo por apoio e dever , a benção de ACEITAR e o dom de COMPREENDER. " -

Momento da Fluidificação das águas (bênçãos).

Por uma Humanização Evangedlizadora no Mundo
Victor Passos

Manuel Altino

manuelaltinosoares@gmail.com

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